| Sem Medo da Verdade Boletim Eletrônico de Atualidades - N° 105 - 28/01/2010 www.paznocampo.org.br |
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O III Plano Nacional de Direitos Humanos tem dois objetivos principais: (1) inibir e suprimir, mediante o temor das sanções legais, toda resistência ao terrorismo de esquerda, passado, presente ou futuro; (2) entregar aos organismos revolucionários, eufemisticamente denominados "movimentos sociais", o poder total sobre a propriedade rural no Brasil.
As duas metas são distintas só em aparência. A primeira consagra o direito ao terrorismo comunista, a segunda faz daqueles que o pratiquem na zona rural os juízes soberanos de seus próprios atos.
O sentido do primeiro objetivo não se esgota, é claro, no gesto meramente simbólico de mandar nonagenários para a cadeia (se bem que isto tenha lá sua utilidade, do ponto de vista psicológico). Ele visa a consagrar como princípio legal a regra da "guerra assimétrica", onde um dos lados fica com todos os direitos, o outro com todas as obrigações, responsabilidades e encargos. O pretexto sublime é que estes últimos, como representantes do Estado, não podiam cometer as violências que, praticadas por seus adversários, seriam -- segundo a premissa embutida no argumento -- perfeitamente aceitáveis. Ora, mas esses adversários não constituíam tribunais, não julgavam, condenavam e executavam, inclusive a seus próprios companheiros infiéis? Não exerciam, assim, por autonomeação, as prerrogativas de agentes do Estado? Por que a culpa do agente legal do Estado que abuse de suas funções deveria ser maior que a daqueles que, além de abusar delas, as exercem ilegalmente, usurpatoriamente? A inversão revolucionária de sujeito e objeto não poderia ser mais evidente. Isto sem levar em conta o agravante notório de que vários terroristas brasileiros eram funcionários do governo cubano, atuando em nosso território não como inimigos locais do regime, mas como agentes estrangeiros. Raciocinar às avessas pode ter-se tornado uma prática tão habitual e corriqueira para os srs. Hélio Schwartzmann, Silvio Tendler e outros tantos apologistas do III Plano, que eles já nem percebem o que estão exigindo do público: que aceite, como preceito normal e óbvio, a idéia de que os agentes do Estado que cometam violência ilegal só devem ser punidos se estiverem a serviço do Estado brasileiro. Se trabalharem para o estrangeiro, podem matar, seqüestrar, torturar e roubar livremente, e ainda receber indenizações porque a polícia malvada não os deixou completar o serviço.
Quanto ao segundo objetivo, ele repete em gênero, número e grau a primeira palavra-de-ordem de Lênin ao desembarcar na Rússia revolucionária: "Todo o poder aos sovietes!" Na sua estrutura, nas suas funções e no seu espírito, os "movimentos sociais" do campo correspondem ponto por ponto aos sovietes. A essência da idéia não é tomar de imediato as fazendas particulares, é desprover seus proprietários de toda possibilidade de defesa perante um tribunal revolucionário. Essa defesa, aliás, já nem existe na prática. Quem não sabe que sentença de "reintegração de posse", hoje em dia, tem valor meramente sugestivo? Mas essa conquista meramente negativa não satisfaz às ambições da revolução: é preciso passar da mera supressão de direitos à afirmação ostensiva, oficial, do direito de suprimi-los.
Implantadas essas duas medidas, estará encerrado o "governo de transição" -- tarefa que o governo Lula assumiu explicitamente como sua --, e o caminho estará livre para a instauração do regime comunista, sem maiores disfarces ou anestésicos.
Tudo isso está planejado há décadas, no programa dos partidos de esquerda, nos livros de seus doutrinários e nas Atas do Foro de São Paulo. A mão que assinou aquela coisa é, afinal, a mesma (mão de Lucifer Stalinácio Mula Cínica) que em 2001 firmou o compromisso de apoio irrestrito às Farc e condenou como "terrorismo de Estado" a luta do governo colombiano contra a narcoguerrilha. Em todo esse episódio, a única coisa que me surpreende -- mui moderadamente aliás -- é que ainda haja quem se surpreenda, depois de tantos avisos.
Que dirão agora aquelas lindas criaturas que uns anos atrás juravam "Lula mudou" e chamavam de louco quem quer que tentasse prognosticar o comportamento político do PT e demais partidos de esquerda não pela sua propaganda adocicada, mas pelos seus documentos internos, repletos de retórica odienta e ameaças apocalípticas?
Ah, não se preocupem, elas sempre encontrarão alguma desculpa esfarrapada. Afinal, vivem disso.
Pela autonomia dos estados! | |
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Pela autonomia legislativa, tributária, judiciária e administrativa dos estados – Descentralização dos Poderes!
NOTA OFICIAL
REPÚDIO AO 3º PNDH
O Partido Federalista, na defesa inarredável da Liberdade na representação dos melhores valores humanos e na defesa dos próprios direitos naturais e civis de cada indivíduo, vem de público repudiar veementemente o decreto presidencial que instituiu o 3º PNDH – Plano Nacional de Direitos Humanos pelos seguintes motivos:
1. O documento já reformado do original pelo Presidente da República, assinado como decreto, contém inúmeras agressões ao Estado de Direito vigente, dentre os quais, os direitos consagrados de propriedade, do trabalho, do mérito, de liberdade de expressão, da livre iniciativa, de educação, da segurança jurídica e até de segurança pública e individual;
2. Sob o manto dos Direitos Humanos está se construindo o Direito do Estado, através da manipulação de grupos e conselhos, a exemplo dos famigerados soviets implantados por Trotsky a partir de 1905 culminando com a formação da antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Sob tal manto, o documento final que se anexa ao decreto que lhe dá meia vida, foi desenvolvido exatamente dentro dessa metodologia, através de Conferências Municipais e Estaduais em todo o Brasil, tal como ocorreu com o Confecom, que busca o controle da liberdade de comunicação e imprensa, dizendo-se representantes da “sociedade civil” objetivando passar por cima do Legislativo e o sistema de representação vigente;
3. Tais fatos demonstram a tendência mais do que centralizadora possibilitada pelo modelo de Estado vigente, que deixou de ser uma Federação há muito tempo, colocando em risco crescente e iminente, tudo que a Sociedade Brasileira conquistou ao longo de sua História. A aprovação das leis que regulamentarão os tópicos do malfadado Plano pelo Congresso, infelizmente sob forte influência do Executivo, graças à dependência de todos os estados e municípios da Nação em busca dos recursos que lhe foram extraídos através da forte concentração tributária na União, levará a Sociedade Brasileira à subserviência plena ao Estado, perdendo direitos de defesa, de propriedade, de expressão, de livre iniciativa, de ir e vir, tudo em face da interferência direta de grupos e “conselhos populares” sob a tutela governamental que se colocarão acima até mesmo do Judiciário, tal como ocorreu (e ainda ocorre) em países que passaram (e ainda alguns passam) por experiências totalitárias.
4. O documento interfere ainda no agronegócio, um dos pilares da Economia Nacional, e, de forma orwelliana, quer revisar a História, através do controle de conteúdo didático escolar em todos os níveis, com o claro objetivo de desconectar as gerações vindouras do passado brasileiro, bem como, remexer feridas do passado, ignorando as causadas pelos que hoje se abrigam no Poder, protegidos por leis personalizadas e pontuais feitas para esse fim, e financiando-os com dinheiro público proveniente do suor do brasileiro. Os idealizadores demonstram que, para se apoderarem da Nação é preciso caminhar para trás, realizar as mesmas experiências fracassadas que ceifaram mais de 100 milhões de vidas no Século XX.
O Plano se revela de autoritarismo absurdo para uma Nação que pretende apenas olhar para frente, que tem clara intenção de se inserir como uma das grandes potências mundiais, como um Povo próspero. Unimo-nos às inúmeras entidades em todo o Brasil, dos mais diversos segmentos, em protesto veemente contra tais absurdos e conclamamos, reiteradamente, a Sociedade Brasileira, para voltar-se ao preceito federalista, no resgate ao espírito de uma verdadeira Federação, com autonomia aos estados e municípios, pois a descentralização dos poderes e sua manutenção através de marcos constitucionais imutáveis é a única forma de se evitar os arroubos populistas que conduzem e garantem oligarquias de quaisquer cores ideológicas para se manterem no Poder, submetendo toda a população à uma moderna forma de escravatura.
Alertamos portanto, aos que defendem a implantação do Plano, para que analisem melhor os termos, as cláusulas, que contém todo tipo de sofismas e expressões que soam bem ao coração ao humanismo, sentimento caro ao brasileiro, e que possam portanto, avaliar melhor o que se esconde por traz disso e o que pode ainda mais ocorrer, se implantado, sempre sob o manto de uma falsa democracia e defesa dos direitos humanos sob a tutela de um Grande Poder Central.
Junto com um Basta (!) conclamamos a cada um que ora lê esta Nota, para que realmente comece a construir as bases para o restabelecimento da Ordem cada vez mais perdida, e principalmente, estabelecer uma nova Ordem Federalista, não como ideologia, mas como instrumento de reorganização do Estado Brasileiro que possa permitir que cada brasileiro busque a sua felicidade, dentro de uma equilibrada interdependência coletiva, através da qual, se possibilita a prosperidade de cada um, de acordo com seu talento, trabalho e mérito. Isso é cada vez mais urgente!
“
Brasília, DF, 15 de Janeiro de 2010.
Partido Federalista
Presidente
Em 2004, o procurador da República Luiz Francisco de Souza intercalou suas tarefas de combate ao crime com outra atividade. Ele ensinava seus amigos terroristas das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) como despistar investigadores. É o que revela reportagem da revista colombianaCambio, publicada nesta quinta-feira (31/7).
A revista descreve as fraternais relações entre dirigentes do grupo guerrilheiro colombiano com destacadas figuras do governo federal brasileiro, membros do Legislativo, do Judiciário e com diversas autoridades. Os relatos têm como base mensagens achadas no computador do ex-porta-voz internacional da guerrilha Raúl Reyes, morto em março passado — leia a reportagem. Não há na reportagem mensagens diretas de brasileiros para Reyes. A maioria das correspondências tem como autor o ex-padre Francisco Antonio Cadena Colazzos, conhecido como Padre Medina e que se intitulava porta-voz da guerrilha no Brasil, e Raúl Reyes.
Entre os nomes brasileiros citados pela revista, está o do hoje procurador-regional da República Luiz Francisco de Souza. Ele é mencionado em um extenso e-mail de Cadena Colazzos a Raúl Reyes, datado do dia 22 de agosto de 2004. A mensagem reforça as já conhecidas relações entre Luiz Francisco e o ex-padre. Reportagem da revista Consultor Jurídico, publicada em maio de 2006, mostrou que o procurador interferiu indevidamente na Justiça em favor do padre-guerrilheiro — clique aqui para ler.
Na mensagem transcrita pela revista colombiana, Colazzos relata o diálogo que teve com o procurador. Pelo relato, Luiz Francisco aconselha o embaixador das Farc a se proteger das investigações policiais. De acordo com a Cambio, Medina escreveu na mensagem que Luiz Francisco lhe deu o seguinte conselho sobre como se portar caso fosse abordado por autoridades no Brasil: “Ande com uma máquina fotográfica e quando possível com um gravador para o caso de voltar a acontecer de um agente de informação o fotografar e o gravar, tendo o cuidado de não permitir que ele pegue a câmara e o gravador. Que em relação com o sucedido fizemos uma denúncia dirigida a ele, como procurador, para fazê-la chegar ao chefe da Polícia Federal e à Agência Brasileira de Informação”.
O receio de Colazzos de ser perseguido pela polícia tinha motivos concretos. Segundo a revista Veja, em reportagem de 2005, a Agência Brasileira de Inteligência investigou as ligações das Farc com militantes petistas.
Um documento da Abin sobre as investigações é datado de 25 de abril de 2002, está catalogado com o número 0095/3100 e recebeu a classificação de “secreto”. O arquivo informa que, no dia 13 de abril de 2002, um grupo de militantes de esquerda simpatizantes das Farc promoveu uma reunião em uma chácara nos arredores de Brasília.
Na reunião, que teve a presença de cerca de 30 pessoas e durou mais de seis horas, Medina anunciou que as Farc fariam uma doação de US$ 5 milhões a candidatos petistas. Faltavam então menos de seis meses para a eleição. Um agente da Abin, infiltrado na reunião, fez um informe a seus chefes.
Defesa das Farc
As relações entre Luiz Francisco e Colazzos no Brasil já eram conhecidas. Reportagem da ConJur mostrou que o procurador interferiu indevidamente em favor do colombiano em meados de 2006, em um episódio que colocou em xeque a autoridade do Supremo Tribunal Federal. Acusado de homicídio na Colômbia, o guerrilheiro foi preso e aguardava na prisão o julgamento do pedido de extradição.
Assim que foi detido no país e recolhido à carceragem da PF em Brasília, o ex-padre entrou com pedido de prisão domiciliar. Ao mesmo tempo, a Polícia Federal informou ao Supremo que não tinha condições para alojar o preso em seu xadrez. Diante da situação, o STF, através dos ministros Carlos Britto e Gilmar Mendes, solicitou que ele fosse alojado no Centro de Internamento e Reeducação do Distrito Federal.
As coisas estavam assim arranjadas, quando o procurador Luiz Francisco de Souza, que nada tinha a ver com o caso, entrou em ação e pediu à Justiça do Distrito Federal que o colombiano fosse devolvido à Polícia Federal. Sem dar ciência ao STF, o pedido foi encampado pelas autoridades interessadas do Distrito Federal — Ministério Público, Polícia Civil e pelo juiz da Vara de Execuções Criminais, Nelson Ferreira Junior.
“O Procurador Regional da República vislumbrando situação prisional supostamente irregular de extraditando resolveu atuar na defesa do extraditando. O aludido pleito encontrou a absurda acolhida do Promotor de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios e, o mais grave, de Juiz de Direito da Vara de Execuções Criminais do Distrito Federal”, relata o ministro Gilmar Mendes em seu despacho.
Além de reconhecer o “cenário de patente desrespeito à autoridade e competência deste Tribunal”, o ministro recomenda a “apuração dessa lamentável corrente de afronta a garantias institucionais, perpetrada por agentes manifestamente incompetentes para a prática dos atos adequados para resguardar a autoridade desta Corte e o devido processo extradicional (...)”.
Dois meses depois do episódio, o guerrilheiro colombiano obteve asilo político do governo brasileiro. Diante disso, não restou outra alternativa ao Supremo senão expedir alvará de soltura em seu favor.
Luiz Francisco de Souza foi procurado pela ConJur, por telefone, por volta das 18 horas desta quinta, na Procuradoria Regional da República do Distrito Federal. Não foi encontrado. A assessoria de imprensa informa que ele só poderá dar entrevistas na tarde de sexta-feira (1/8).
Prestigioso juiz
De acordo mensagem publicada pela revista colombiana, não só o procurador teve contatos com as Farc, mas também um desembargador do Rio Grande do Sul. Ele é citado em mensagem escrita durante o processo de paz da Colômbia entre 1998 e 2002 em San Vicente del Caguán. Segundo a revista, “envolvem um prestigioso juiz e um alto ex-oficial das Forças Armadas brasileiras”.
Em mensagem de e-mail de 19 de abril de 2001, um homem chamado Mauricio Malverde informa Reyes: “O juiz Rui Portanova, nosso amigo, nos explicou que queria ir aos acampamentos, receber lições e conhecer a vida das Farc. Ele paga a viagem”. Portonova é desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.
Entre os nomes de autoridades citados pela revista colombiana estão o do ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu, o chefe de gabinete da Presidência da República Gilberto Carvalho, o ministro de Relações Exteriores Celso Amorim, o assessor especial de Assuntos Internacionais da Presidência Marco Aurélio Garcia, o secretário de Direitos Humanos Paulo Vannuchi, entre outros.
Segundo as mensagens transcritas pela revista colombiana, o intermediário entre o então ministro José Dirceu e o porta-voz das Farc era o jornalista Breno Altman. "Breno Altman (dirigente do PT) me disse que vinha da parte do ministro José Dirceu e que, por motivos de segurança, eles tinham combinado que as relações não passarão mais pela Secretaria de Relações Internacionais, mas que serão feitas diretamente através do ministro com a representação de Breno", diz um dos e-mails do padre Medina.
Antes de intermediar as relações do ex-guerrilheiro com o governo petista, Breno Altman já tivera seus 15 minutos de fama revolucionária como porta-voz de uma campanha para libertar os canadenses David Spencer e Christine Lamont e um grupo de companheiros chilenos e argentino, presos no Brasil pelo seqüestro do empresário Abílio Diniz em 1989.
Outro fato que indica relações do ex-padre com o governo Lula é a nomeação da mulher de Medina para um cargo no Ministério da Pesca, cujo titular é Altemir Gregolin. Segundo revelou recentemente o colunista Diogo Mainardi, da Veja, em 29 de dezembro de 2006 Angela Maria Slongo foi nomeada para o cargo de oficial de gabinete II. Quando Angela foi nomeada pelo Palácio do Planalto, Medina estava preso em Brasília.
Um e-mail de 17 de janeiro de 2007, de Medina para Raul Reyes, revelado agora pela revista Cambio, confirma o mimo do governo petista à mulher do padre: "Na segunda-feira, 15, 'a Mona' começou em seu emprego novo, e para assegurá-lo e fechar a passagem da direita que em algum momento resolva molestá-la, colocaram-na na Secretaria de Pesca, trabalhando no que aqui chamam um cargo de confiança ligado à Presidência da República".

A máscara salvacionista vai caindo e o ambientalismo se mostra como uma das raízes da árvore da eugenia
Evidentemente, Holdren não é um maluco no sentido clínico, pois seria escorraçado se propusesse essa monstruosidade sem ter o devido respaldo de colegas bem posicionados, bilionários com complexos super-homem (ver clipping do dia 27/05/2009) e o apoio da “comunidade internacional”. NB: comunidade internacional é a expressão que oculta alguns elementos: as viúvas do Muro de Berlim transformadas em ambientalistas radicais festejados pela mídia catastrofista e manobrados pela face oculta da ONU.
Pois agora, essa mesma ONU revela-se em sua crueza essencial ao “sugerir” controle de natalidade para combater “aquecimento global”:
"Com o crescimento da população mundial, da economia e do consumo além da capacidade da Terra de adaptar-se, as mudanças climáticas poderão se tornar mais extremas e catastróficas", diz o relatório divulgado hoje pelo Fundo Populacional da ONU.” Leia mais aqui:http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,onu-sugere-controle-de-natalidade-para-combater-aquecimento,468339,0.htm
No mesmo comunicado, porém, o tal Fundo Populacional da ONU reconhece que: “A agência admite não haver provas empíricas de que o controle de natalidade conterá as mudanças climáticas. "As conexões entre população e mudanças climáticas são, na maior parte das vezes, complexas e indiretas", admite o documento. O texto também observa que não há dúvidas de que as mudanças climáticas em andamento foram causadas pela atividade humana, mas os países em desenvolvimento são responsáveis por uma parcela bem menor das emissões de gases causadores do efeito estufa do que as nações desenvolvidas”.
É bom recapitular:
1º - O aquecimento global antropogênica (AGA) é uma impostura amplamente refutada, mas ainda necessária à estratégia de desinformação catastrofista. (Ver editoria de Ambientalismo do M@M).
2º - Desde 1998, ocorre um resfriamento global natural, portanto,não há problema de aquecimento global. “Os últimos dois anos de resfriamento global apagaram quase 30 anos de acréscimo nas temperaturas (Prof. Ian Plimer, em artigo do dia 16/07/2009).
3º - Historicamente, os períodos de aquecimento foram e são períodos de fartura de alimentos, prosperidade e aumento populacional. Os períodos de resfriamento mais acentuado foram períodos de fome, doenças e despovoamento (Aguarde artigo que abordará este tópico).
4º - Mesmo que fosse factível a hipótese do AGA, era de se esperar que os seus propagandistas ao menos unificassem o discurso. Mas qual o quê! Para cada patuléia um número, para cada conveniência, uma cifra, um embuste. Ou, apenas outro engano, um lapso no calor da disputa por verbas, cargos, prestígio e mandatos?
Confira e compare :
“Cada brasileiro é responsável pela emissão de 10 toneladas de gás carbônico (CO2) por ano, em média. O número é duas vezes maior do que a média mundial. Os dados são da Rede-Clima, ligada ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe)”. "Somos o país em desenvolvimento com a maior média mundial", disse Carlos Nobre, um dos coordenadores da Rede-Clima, ao participar de comissão geral na Câmara para discutir a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15). O encontro será realizado em dezembro, em Copenhague (Dinamarca). A meta é de que a média mundial de emissão de CO2 seja de 1,2 tonelada por ano até 2050, para que a temperatura global não aumente 2 graus Celsius (°C). "Ela já subiu 0,8°C nos últimos 100 anos. Falta 1,2°C. Já chegamos muito próximo do limite", disse Carlos Nobre”. Leia mais aqui: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,cada-brasileiro-emite-10-toneladas-de-co2-por-ano--aponta-inpe,468363,0.htm
De onde o Sr. Carlos Nobre tirou esses números? Meta de quem, quando nem os EUA ou a China se arriscam a estabelecê-la agora? (Ver: O fiasco de Copenhague: a realidade se impõe). Ou será que não há limite neste país? Talvez seja verdade aquilo que uma personagem de comédia dizia: “Brasileiro é tão bonzinho...”
5º - Por que esse pessoal da ONU não sugere o controle radical da estupidez, começando por eles próprios?
Fascismo climático
Posted: 09 Dec 2009 09:44 PM PST Uma delegação de congressistas republicanos viajará a Copenhague para deixar bem claro às delegações presentes que seu grupo não avalizará qualquer promessa do presidente Obama com relação ao controle de gases estufa. A notícia foi difundida pela Fox News e ecoada, entre outros pelo diário espanhol “El Mundo”. O porta-voz do grupo deputado James Sensenbrenner fez o anúncio em Washington (foto). Os republicanos estão em minoria no Congresso. Porém, a vertiginosa perda de popularidade do presidente Obama deixou inseguros os congressistas democratas. O resultado é que o presidente não pôde aprovar as medidas demagógicas que imaginava ter prontas para a Cúpula de Copenhague. Nesse contexto de divisão entre democratas, os republicanos mostraram-se hábeis em bloquear as promessas do presidente. Acresce que a opinião pública americana acredita cada vez menos no “aquecimento global antropogênico”. A empresa de sondagens Pew constatou em outubro que a percentagem de americanos que acredita no aquecimento global caiu de 71% para 57% desde abril de 2008. Mais importante ainda: só 36% acredita que esse aquecimento se deva à atividade humana. “Não há como negá-lo: estamos perdendo. A negação da mudança climática está se espalhando como uma doença contagiosa”, comentou George Monbiot, ambientalista e colunista do 'The Guardian' de Londres, a respeito das enquetes negativas para o alarmismo. As reações do público dos EUA contra o alarmismo climático mostram-se muito “quentes” e a resistência pode ser feroz. Sensenbrenner vai para esclarecer aos líderes mundiais reunidos na capital dinamarquesa que o Congresso americano não apoiará lei alguma pela redução dos gases estufa enquanto não acabe o que ele qualificou de “fascismo científico”. O deputado escreveu ao presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), Rajendra Pachauri, exigindo que a Conferência evite utilizar trabalhos dos cientistas envolvidos no Climagate. Para Sensenbrenner ficou claro que os dados científicos foram distorcidos. Mas, para Rajendra Pachauri não há como atender o pedido republicano sem esvaziar o conteúdo dos relatórios preparados para a Cúpula do clima.Por sua vez, o parlamentar republicano Mike Pence, disse nesta terça-feira que Obama deveria evitar as promessas em Copenhague. “Sr. Obama, não faça em Copenhague promessas que nós não poderemos cumprir”, advertiu. “Mas vale cair com Minas do que cair em Minas”... diz a velha sabedoria mineira. Obama terá inteligência para perceber tudo o que isso significa? Ou o fanatismo alarmista cegá-lo-á na hora decisiva de falar? Fonte: blog Verde: a cor nova do comunismo - publicado por D. Bertrand | 08:53 | |
Babel do clima
Posted: 05 Dec 2009 03:42 AM PST O Dr. Gabriel Calzada, presidente do Instituto Juan de Mariana, professor da Universidade Rey Juan Carlos declarou a “El País” que o “Climagate” “é um caso claro de corrupção científica. A opinião pública foi enganada. Isso não quer dizer que não haja aquecimento e que outros cientistas sérios possam ter razão. Porém, cai por terra a versão alarmista da mudança climática, que oculta que nos últimos 11 anos não houve aquecimento e [a fraude] do gráfico do taco de hóquei”.Para “El País”, o “Climategate” foi tão longe que paira sobre a Conferência de Copenhague. Pois, observa o jornal, “se o aquecimento é falso e se a mão do homem não tem nada a ver, para o quê o mundo gastará bilhões trocando o sistema energético para reduzir as emissões de gases estufa?” De que jeito fica o IPCC, criado pela ONU para atualizar o estado do conhecimento da mudança climática?, indaga o jornal porta-voz do socialismo espanhol. “Uma coisa é que alguns cientistas tenham agido pouco eticamente ou que utilizem expressões pouco adequadas. Mas uma coisa muito diversa é um caso que abala décadas de investigação”, acrescentou. Num debate organizado em Madrid pelo muito oficial Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC), o oceanógrafo Carlos Duarte fez a apologia do “aquecimento global”, sendo abertamente contestado pelo Dr. Miguel Losada, do Centro Andaluz de Meio Ambiente, da Universidade de Granada. Losada, se apoiando em Einstein ‒”temos que fazer as coisas do modo mais simples, mas não mais simples do que necessário” ‒ desqualificou “o excesso de zelo que consiste em dizer que a mudança climática se deve ao CO2”. Por sua parte, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas ‒ IPCC, da ONU ordenou investigar se os cientistas envoltos no Climagate manipularam as informações sobre o aquecimento global, informaram diversos órgãos da imprensa como o 'Times' de Londres e 'La Nación' de Buenos Aires. E, com menor destaque, alguns doBrasil.O caso é delicado pois o IPCC é grande suspeito no caso, e uma investigação por ele conduzida poderá ser facilmente contestada ou ainda incriminada de parcialidade. O chefe dos negociadores da Arábia saudita, Mohammad Al-Sabban (foto), disse àBBC que o Climagate terá “profundo impacto” na reunião de Copenhague. Segundo ele, o material hackeado sugere que a mudança climática não tem causa humana. Mas a voz da Arábia Saudita é pouco respeitada e acusada de encobrir interesses do lobby do petróleo. O panorama assemelha-se à da confusão das línguas na Torre de Babel. E a confusão está no próprio ponto de partida: não há provas claras de que exista o tal “aquecimento global antropogénico”. Construir um acordo formidável sobre essa incerteza básica, como aliás pretende-se, ou pretendia-se, fazer em Copenhague, equivale a construir um castelo sobre uma montanha de areia. Se se fizer esse castelo, os adversários da ordem civilizada serão os únicos vencedores, pois eles já poderão antever o dia da queda da nossa civilização. É urgente impor um freio a esses absurdos, fazer uma pausa prudente e trabalhar sobre dados solidamente fundados na realidade. Copenhague pode esperar ou ser esquecida para sempre se assim for melhor para o futuro da humanidade. Fonte: blog 'Verde: a cor nova do comunismo' - Publicado por Dom Bertrand. |

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O Muro de Berlim e o último cartucho do comunismo russo
7/12/2009
Luis Dufaur
![]() Há 20 anos caia o Muro de Berlim |
Crise do comunismo internacional
Ao mesmo tempo, na própria Rússia surgiram resistências de envergadura. Por causa delas, Lenine teve que fechar as comunas auto-governadas, internar os “intelectuais” na Sibéria, alistar criminosos comuns na KGB (polícia política) como braço armado darevolução popular, e desencadeou um terrorismo de massa que matou milhões. A utopia da igualdade plena sem Estado nem autoridades ficou para depois, e a nova ordem não se definiu ainda “comunista”, mas apenas “socialista”.
Lenine e seus sequazes nunca desistiram da revolução mundial, embora amargando fracassos e metamorfoses. Mas as “revoluções em países mais desenvolvidos” demoraram, porque o comunismo revelava-se cada vez mais incapaz de convencer e manipular as massas operárias. Para piorar a situação, o regime soviético se decompunha, apesar dos sucessivos expurgos.
O Muro de Berlim e o malogro da persuasão
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Nessa fase terminal, tomou corpo a idéia de salvar a chama comunista, com a tentativa de sacrificar o esclerosado regime dos sovietes e dar um “salto para frente” para imergir na utopia.
“Autogestão”: a Rússia tenta a aventura
![]() Hoje a “nova KGB” tenta reconstituir o poder da antiga URSS sob o comando do premiê Vladimir Putin, ex-coronel da temida polícia secreta. |
Para essa homogeneização era indispensável que o capitalismo privado e o capitalismo de Estado convergissem num novo sistema, que se apresentaria como um meio termo — nem comunista, nem capitalista. Qual? Em 1977, a fórmula para a “homogeneização” recebeu um nome oficial na Rússia — autogestão — e foi incluída na nova Constituição: “O objetivo supremo do Estado soviético é edificar a sociedade comunista sem classes, na qual se desenvolverá a autogestão social comunista”. Na Rússia, o PC encarregar-se-ia da transformação. Mas, e no Ocidente?
Autogestão à francesa: tentativa e malogro
Foi a vez, então, do presidente socialista francês François Mitterrand, eleito em 1981. Ele apresentou a nova fórmula da autogestão, envolvida nos charmes e no prestígio que o mundo ainda reconhecia à França.
O plano, pouco depois de lançado, foi retirado precipitadamente e de um modo que só se entende bem à luz do manifesto-denúncia de autoria do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira –– “O Socialismo Autogestionário: Em vista do comunismo, barreira ou cabeça de ponte?”. Mais de 33 milhões de exemplares foram publicados no mundo, e a autogestão à francesa foi abortada.
“Perestroika” de Gorbachev: última tentativa
![]() O sanguinário tirano marxista Nicolae Ceausescu (na foto de 1985 com Garbachev) foi julgado e fuzilado apressadamente no Natal de 1989. “Foi feito de tudo para apagar os crimes do regime comunista”, explicou o Prof. Horia Terpe. |
No cerne da “perestroika” estava a autogestão. Se o Ocidente caísse na lábia do “carismático” Gorbachev, o líder do Kremlin podia esperar que o urso russo levasse a melhor; e o mundo, dentro de algum tempo poderia, entrar numa fase de comunismo universal que beirasse a utopia. Porque, como observou o ex-presidente tcheco Vaclav Havel, um dos personagens centrais daquela época, “Gorbachev não queria acabar com o comunismo ou contribuir para a desintegração da União Soviética” .
Cai o Muro e falha a manobra russa
O lance simbólico dessa convergência deveria acontecer em Berlim com a queda do Muro. Depois viria por etapas a unificação das duas Alemanhas e da Europa desde o Atlântico até os Urais.
Porém, com o processo em pleno desenvolvimento, o “carisma” do chefe soviético esvaeceu-se abruptamente. Ele reprimiu de modo sangrento a revolta do povo lituano que desejava a independência. O Prof. Plinio promoveu um abaixo-assinado com as TFPs dos cinco continentes, tendo estas obtido mais de cinco milhões de assinaturas em apoio à independência da Lituânia. A campanha alertou a opinião pública mundial contra os verdadeiros intuitos do chefe supremo do Kremlin e precipitou o esvaecimento de sua “magia”.
O Ocidente então recusou o cântico de sereia do líder soviético. Gorbachev caiu e a Rússia afundou na confusão. O Muro entrementes havia sido derrubado, os países da Europa do Leste subtraíram-se do jugo soviético. O império da estrela vermelha desfez-se, e sua degringolada acabou extinguindo “a chama dos projetos revolucionários”. Vinte anos depois, Putin esforça-se para recuperar as imensas perdas sofridas pela ex-URSS.
Obama e regimes populistas: última esperança?
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De fato, duas décadas após a queda do ignominioso Muro, Obama encarna as derradeiras esperanças das esquerdas comunistas e socialistas para abalar o capitalismo ocidental, e tem a seu lado os regimes populistas latino-americanos. Mas este plano enfrenta sérias oposições na opinião pública. Basta considerar a perda de prestígio de Obama e a heróica resistência da pequena Honduras ao processo de “chavização”.
O Muro ruiu e a utopia socialista ficou sem fôlego. É na luta pelo domínio dos EUA e da América Latina que se jogam os lances principais que poderão decidir o futuro do combate entre o comunismo e o anticomunismo.
20 anos depois: perversos frutos da Nuremberg que não houve
Assim que teve notícia da sugestão do presidente lituano Vytautas Landsbergis, o Prof. Plinio enviou-lhe a seguinte mensagem: “Levo ao conhecimento de V. Exa. o intenso gáudio que reina nas TFPs e Bureaux-TFP dos cinco continentes por seu gesto, sugerindo a formação de um tribunal internacional do gênero de Nuremberg, para julgar o crime dos comunistas soviéticos. E, ademais, o de haver V. Exa. oferecido o território lituano para que nele se realizassem as sessões do dito tribunal. O senso de justiça, inerente a todos os espíritos retos e elevados, está a clamar por uma punição adequada dos grandes crimes que o comunismo internacional praticou no mundo inteiro”. Houve, por certo, processos individuais como na Romênia, onde o sanguinário tirano marxista Nicolae Ceausescu foi julgado e fuzilado apressadamente no Natal de 1989. Em virtude do caráter vertiginoso do procedimento, “muitas perguntas ficaram sem respostas. Foi um grande erro ter matado Ceaucescu”, explicou o Prof. Horia Terpe, diretor do Centro de Análise de Desenvolvimento Institucional (CADI) romeno. “Foi feito de tudo para apagar os crimes do regime comunista”, acrescentou Terpe[1]. Os partidos comunistas encerraram suas atividades em muitos países da Europa Oriental, mas seus quadros continuam articulados sob rótulos como “Partido Socialista”. É o caso da Romênia, da Hungria e da Bielorússia. A escritora Herta Muller, prêmio Nobel de Literatura 2009, denunciou que 40% da classe política romena é composta de ex-funcionários da Securitate, a polícia secreta responsável por um banho de sangue no país. Na Alemanha, 17.000 agentes da polícia secreta Stasi fazem parte do funcionalismo público alemão, especialmente na polícia e nas escolas. E é típico o caso da Rússia, onde a KGB — cerne do esquema de espionagem, repressão e extermínio soviéticos — assumiu as rédeas do poder e vem extinguindo as frágeis liberdades que surgiram no país, após os fatos de 1989. Hoje a “nova KGB” tenta reconstituir o poder da antiga URSS sob o comando do premiê Vladimir Putin, ex-coronel da temida polícia secreta. Tal situação paradoxal ocorre porque não houve essa indispensável nova Nuremberg. Ela deveria ter denunciado os crimes marxistas — derivados em linha direta dos falsos princípios da Revolução Francesa — que escravizaram a Rússia, e por meio dela flagelaram a humanidade toda. Uma Nuremberg equitativa teria exigido o desmantelamento da rede de cumplicidades montada pelo Kremlin no Ocidente, composta por seus colaboracionistas conscientes, seus cooperadores “centristas” e seus “idiotas úteis”. Essa Nuremberg, além do mais, poderia ter aberto os olhos dos irmãos na fé que militam na esquerda católica e colaboraram com o processo comunista de conquista e opressão mundial. O Prof. Plinio apresentou um ponderado elenco dessas cumplicidades num manifesto que continua com atualidade candente: “Comunismo e anticomunismo na orla da última década deste milênio”[2] . Esse salutar e necessário dever de justiça não foi cumprido. A rede comunista e seus erros, na realidade, ficaram intocados. Hoje sob outros rótulos –– como por exemplo socialismo do século XXI, bolivarianismo –– e organizadas em movimentos sociais como as FARC, o Sendero Luminoso, etc., os mesmos erros e subversões estão sendo disseminados pelo mundo. ___________________ Notas: 1. “O Estado de S. Paulo”, 5-11-09. 2. “Folha de S. Paulo, 14-2-90. |
A ORAÇÃO DA PROPINA
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Depois de uma reunião no gabinete de Barbosa, onde embolsavam propina, Leonardo Prudente e Brunelli convocam uma oração para agraceder a "bênção" recebida. Abraçados, os três ouvem a homilia proferida por Brunelli:
"Pai eterno, eu te agradeci por estarmos aqui. Sabemos que somos falhos, somos imperfeitos, mas que o teu sangue nos purifique (...) Somos gratos pela vida do Durval ter sido instrumento de bênção para nossas vidas (...)".
Brunelli é filho do fundador de uma igreja evangélica que vendia lotes no céu.

NY State Senate rejects "gay marriage" bill, shocks homosexual lobby. What does this mean to you?
Last Wednesday's rejection of the same-sex "marriage" bill in the New York State Senate was, like the Maine vote last month, a huge defeat for the homosexual movement. The bill had the support of all the major New York political figures. The Democrat-dominated Legislature was poised to pass it. They thought they would have the votes. It was seen as a done deal.
But as the New York Times observed the following day:
The 38-24 margin startled proponents of the bill, and signaled that political momentum, at least right now, has shifted against same-sex marriage, even in heavily Democratic New York.
The vote followed more than a year of lobbying by gay rights organizations, who have poured close to $1 million into New York legislative races to boost support for the measure.
So what happened? It was people rising up, taking advantage of events, and sending politicians a clear message.
Basically: (1) Diverse religious groups rose up and loudly voiced their outrage. This was especially important in conservative districts with liberal senators. (2) National pro-family money (particularly from the National Organization for Marriage) helped with several hundred thousand dollars in media ads. They also made threats to fund opponents in primary elections of Republicans who caved in (none did). (3) The momentum of recent pro-family/conservative victories in Maine, New Jersey, Virginia, and the particularly New York's 23rd congressional district, where the pro-traditional marriage Democrat won and the pro-gay-marriage Republican was forced to drop out, in a large part over that issue. And (4) people who are out of work and suffering economically think the Legislature has better things it ought to be doing.
Unlike Massachusetts and other New England states, New York does not have a major well-known pro-family organization to coordinate these fights. But things just moved forward on their own!
We talked to Rabbi David Eidensohn in Monsey, NY, who works closely with Rabbi Yehuda Levin and other Orthodox leaders. He said that the Orthodox Jewish and Catholic communities, and particularly various Protestant groups, really stepped up and were extremely vocal. This had not happened in the past, at least not in any organized manner. And it started an interesting momentum. Rabbi Eidensohn said that people around the state saw this outrage and gained more courage to speak up on their own. It became contagious as more and more angry people contacted their legislators.
In the end, the homosexual lobby couldn't sustain their grip and the bill failed.
But can that happen here? As Sarah Palin would say, "You betcha!" Politicians are basically the same everywhere. It just takes the right conditions and lots of angry people. As the late US Sen. Everett Dirkson famously said "When I feel the heat, I see the light!"