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Sábado, Março 31, 2012
OS LEITORES DO BLOG A LÍNGUA! DE ONDE ELES VÊM?!

Sexta-feira, Março 30, 2012
Quinta-feira, Março 29, 2012
AOS JOVENS E SEUS PAIS: O QUE LULA E DIRCEU FAZEM COM O SEU FILHO NAS ESCOLAS DE SÃO PAULO!


Que o PT não tenha nenhuma ligação com as Farc é uma alegação que não se pode aceitar nem a título de hipótese. Mesmo sem levar em conta as atas completas do Foro de São Paulo, nem os favores obscenos do governo Lula ao representante farqueano Olivério Medina, nem a completa omissão governamental ante as provas de atividade criminosa das Farc no nosso território, nem a revelação dos serviços de leva-e-traz oferecidos pelo Sr Marco Aurélio Garcia entre a narcoguerrilha colombiana e o então ministro Luiz Felipe Lampreia, até uma criança de cinco anos é capaz de compreender os seguintes fatos e juntar os pontos:
1. O Foro de São Paulo é a coordenação estratégica do movimento comunista na América Latina.
2. O sr. Luís Inácio Lula da Silva e o líder das Farc, Raul Reyes, já presidiram juntos uma assembléia do Foro, e juntos participaram de todas as outras.
![[carta-dos-traffikantes-de-mulla.jpg]](http://1.bp.blogspot.com/_-ww9cWgz_ck/SNL50XxDYCI/AAAAAAAAAjw/aFlmAKnOk-k/s1600/carta-dos-traffikantes-de-mulla.jpg)
3. É impossível conceber que os dois coordenadores máximos de uma estratégia comum não tenham nenhuma ligação, nenhuma comunidade de interesses, nenhuma atividade conjunta.
Terça-feira, Março 27, 2012
O RESPONSÁVEL PELO TERRORISMO ÀS IGREJAS E AS MATANÇAS DE CRISTÃOS PELO MUNDO!!!! - MATEM ESSE PORTA-VOZ DO DIABO!!!!!!!!!!!!!!!
ESCRITO POR CLIFFORD D. MAY | 26 MARÇO 2012
NOTÍCIAS FALTANTES - PERSEGUIÇÃO ANTICRISTÃ
Imaginem se Pat Robertson [1] clamasse pela demolição de todas as mesquitas na América. Isso seria destaque em todos os jornais. Estaria nos noticiários de cada canal de televisão. Haveria uma demanda para que os cristãos o denunciassem, e eles o fariam – nos termos mais duros. O Presidente dos Estados Unidos e outros líderes mundiais também se pronunciariam. E com razão.
Então, por que é que quando Abdulaziz ibn Abdullah Al al-Sheikh, o Grão-Mufti [2] do Reino da Arábia Saudita, declara que é “necessário destruir todas as igrejas na Península Arábica”, a grande mídia não vê nisso como digno de ser noticiado? E ninguém, até onde eu saiba, notou que ele disse isso para membros de um grupo terrorista.
Eis os fatos: alguns membros do parlamento kuwaitiano têm procurado demolir igrejas, ou pelo menos proibir a construção de novas, dentro do país. Assim, levantou-se a questão: o que a Sharia, a lei islâmica, diz a respeito disso?
Uma delegação do Kuwait pediu conselhos ao Grão-Mufti saudita. Ele respondeu que o Kuwait faz parte da Península Arábica – e qualquer igreja dentro da Península Arábica deve, realmente, ser destruída porque a alternativa seria aprová-las. O Grão-Mufti explicou: “O Profeta (que a Paz esteja com ele) nos ordenou: ‘Duas religiões não podem coexistir na Península Arábica’. Assim, construir [igrejas], em primeiro lugar, não é permitido porque esta Península deve ficar livre [de outras religiões].” Na Arábia Saudita, evidentemente, templos não-islâmicos foram banidos há muito tempo e não-muçulmanos são proibidos de pisarem seus pés em Meca e Medina.
E tem mais: os espectadores kuwaitianos eram da Sociedade de Reavivamento da Herança Islâmica (Revival of Islamic Heritage Society – RIHS). Pode soar bastante inocente, mas algumas pesquisas feitas por Steve Miller, pesquisador da Foundation for Defense of Democracies, revelaram que, dez anos atrás, grupos da RIHS no Afeganistão e no Paquistão foram designados pela ONU como associados a – e provedores de fundos e armas para – “Al-Qaeda, Osama bin Laden ou o Talibã.”
O governo norte-americano foi mais longe, denunciando que a sede da RIHS no Kuwait por “fornecer apoio financeiro e material para a Al-Qaeda e suas aliadas, incluindo o Lashkar e-Tayyiba [3]” que teve “envolvimento no ataque a múltiplos trens em Mumbai, em julho de 2006, e no ataque contra o parlamento indiano em dezembro de 2001.” Tais atividades levaram escritórios da RIHS a serem “fechados ou ocupados pelos governos da Albânia, Azerbaijão, Bangladesh, Bósnia-Herzegovina, Camboja e Rússia.”
Isto deve ser enfatizado: Al al-Sheikh não é o equivalente árabe para algum pastor desconhecido da Flórida. Ele é a maior autoridade religiosa da Arábia Saudita, onde não há separação entre mesquita e Estado, e a religião estatal é a ultra-ortodoxa/fundamentalista leitura do Islã conhecida como Wahhabismo [4]. Ele também é membro da principal família religiosa do país.
Em outras palavras, seus pronunciamentos representam a posição oficial da Arábia Saudita – um país que, segundo nos dizem há tempos, mudou de curso após o dia 11 de setembro de 2001 e é agora nosso firme aliado na área do antiterrorismo.
Nada disso teria sido esclarecido se não fosse por Raymond Ibrahim, Shillman Fellow no David Horowitz Freedom Center e pesquisador associado do Middle East Forum. Ele foi o primeiro a chamar atenção para as declarações do Grão-Mufti baseado em três sites em língua árabe: Mideast Christian News, Linga Christian Service e Asrare, também um folhetim cristão. Ocorreu-me então que, talvez, essas fontes tivessem compreendido mal ou exagerado as declarações. Então, pedi a Miller, que lê árabe, que fizesse uma pesquisa mais profunda. Ligações para o escritório do Departamento de Estado e a embaixada da Arábia Saudita foram infrutíferas, mas ele encontrou as declarações do Mufti em um bem conceituado jornal kuwaitiano, Al-Anba, em 11 de março.
Tudo isso ajuda a compor o quadro da mais importância notícia que a grande mídia insiste em ignorar: a expansão e a intensificação da perseguição de cristãos em países de maioria muçulmana (um assunto sobre o qual já escrevi antes, aqui por exemplo, bem como Ibrahim, mais recentemente, aqui). Igrejas foram alvo de incêndio e/ou bombas no Egito, Iraque, Nigéria, Paquistão, Indonésia e nas Filipinas. As antigas comunidades cristãs de Gaza e da Cisjordânia estão minguando. No Paquistão, Asia Bibi, uma mulher cristã, foi condenada à pena de morte por supostamente “insultar” o Islã. No Irã, Youcef Nadarkhani está no corredor da morte pelo “crime” de escolher o Cristianismo ao invés do Islã.
Por que os jornalistas que cobrem o Departamento de Estado e a Casa Branca não estão questionando oficiais da administração se estão preocupados com o fato de a maior autoridade religiosa da Arábia Saudita ter se encontrado com aliados da Al-Qaeda e lhes ter dito que, sim, igrejas cristãs devem ser destruídas? Por que os jornalistas que cobrem as Nações Unidas decidiram que essas questões não são de interesse da chamada comunidade internacional? E quanto aos centros para “entendimento Islâmico-Cristão” que foram estabelecidos – com dinheiro saudita – em universidades como Harvard e Georgetown: acaso supõem que não há nada aqui para tentar entender – nenhuma necessidade de investigação acadêmica sobre a perspectiva saudita/wahhabista no incêndio de igrejas e nas relações com grupos terroristas?
Meu palpite é de que tudo dito acima os persuadiu de que há aqui questões mais sérias para se preocupar, como a epidemia mundial da “islamofobia” e a necessidade de impor penas severas aos seus responsáveis. Eu entendo. De verdade.
Notas:
[1] Pat Robertson é um advogado e famoso tele-evangelista norte-americano.
[2] O Grão-Mufti é a maior autoridade religiosa em um país islâmico de tendência sunita. Nos países xiitas, seu equivalente é o Aiatolá.
[3] Lashkar e-Tayyiba (“Exército de Deus”) é um grupo terrorista islâmico indo-paquistanês, um dos maiores em atividade na região.
[4] O Wahhabismo foi um movimento religioso fundado pelo teólogo islâmico Muhammad ibn Abd al-Wahhab (1703 – 1792) e tinha por objetivo purificar o Islã de quaisquer inovações e influências externas. Foi através da adesão e da divulgação das idéias wahhabistas que a família Al-Saud unificou o Levante e instaurou a atual monarquia saudita.
Clifford D. May é presidente da Foundation for Defense of Democracies.
Tradução: Felipe Melo, editor do blog da Juventude Conservadora da UNB.
Segunda-feira, Março 26, 2012
AOS PAIS: BANDIDOS DO PSDB E DO PT PROTEGEM ESTUPRADORES EM DETRENIMENTO DAS CRIANÇAS ESTUPRADAS!!!!!!!
Dupla gay estupra menino de 5 anos e recebe proteção especial do governo do Estado de São Paulo
O que um pastor e uma dupla gay têm em comum? O pastor, depois que sua filha sofreu tentativa de estupro num posto de saúde, foi denunciado por uma agente do Conselho Tutelar que é parente do agente tarado do posto de saúde. O pastor está preso em condições desumanas, sem nenhum defensor para ajudar. A dupla gay foi presa por maltratar e estuprar um menino, e conta com quatro defensores públicos para ajudar.
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| Pastor injustiçado e sem nenhum defensor público |
Sexta-feira, Março 23, 2012
"NARKOZY": DIGA-NOS COM QUEM ANDAS, O QUE FAZES COMO POR EXEMPLO DAR PODER À AL-QAEDA!!!! VOCÊ É UM ESQUERDISTA CARRO-CHEFE!!!! BANDIDO!!!!
Quinta-feira, Março 22, 2012
HUMOR DE DIREITA: DANI CALABRESA
AULA DE DESMENTIRA DA HISTÓRIA FALSA!
VOCÊ É FILHO(A)-DILMA-PUTA OU O SEU VOTO FOI (FRAUDADO) ROUBADO!!!!
COMUNISMO É SISTEMA DE SATÃ E O SEU ABORTISMO É CULTO DE AGRADO A SATÃ!
ESCRITO POR CRISTIAN DEROSA | 22 MARÇO 2012
ARTIGOS - ABORTO
O retorno do infanticídio, do aborto e da eutanásia, e a perseguição anticristã: o velho paganismo retorna à sociedade, com a sede de sangue inocente típica de seus velhos e falsos deuses.
O altar do deus cananita Moloch possuía a estátua de um bezerro de bronze com uma fornalha em seu ventre onde, em honra à divindade, as mães depositavam seus próprios filhos. Para amenizar o horror dessas mães, os sacerdotes cuidavam para que as trombetas fossem tocadas bem alto afim de que não se ouvisse o choro infernal das crianças sacrificadas.
Este tipo de prática religiosa era também comum entre fenícios, amonitas e até entre os primeiros romanos, mas o cristianismo os fez aparentemente desaparecer. Por séculos, a prática do infanticídio permaneceu vista como expressão do próprio mal. O paganismo dos cátaros, a despeito de uma fé cega no transcendente, trouxe de volta o pesadelo do aborto e do suicídio como solução para a salvação em Cristo, em uma tentativa de transfigurar a fé cristã em seu oposto.
Hoje vemos por todo lado a defesa do aborto e do infanticídio (o “aborto pós-natal”), como método contraceptivo ou como meio de seleção artificial do seres humanos mediante a constatação de deformidade ou enfermidade incurável. Com isso, buscam escolher quem deve nascer a partir de critérios de valoração baseados em um sofrimento indesejável, como se houvesse sofrimentos desejáveis.
O paganismo é algo que subjaz na ideia do aborto, tal como o sacrifício de bebês era inerente ao culto a Moloch. A diferença da fé dos primeiros pagãos para com a dos últimos está no objeto adorado. E no caso presente, temos a chamada comunidade médica ou científica, mas podemos ampliar o rol de sacerdotes até alcançarmos os intelectuais do controle populacional, do planejamento familiar, etc. O derramamento de sangue inocente continua sendo a solução para aplacar sofrimentos humanos, tal como no paganismo primitivo. O trono de Moloch, portanto, permanece vivo como a chama de uma fornalha que é alimentada com sangue, com carne viva.
O mesmo cristianismo que substituiu as práticas a Moloch, tal como a tantos deuses pagãos na Antiguidade, é aquele que agora é atacado globalmente, justamente pelos filhos daquele que necessita de alimento, adoração e sacrifícios, e que aguarda nos altares secretos, montados em clínicas de aborto por toda a parte. É a revanche do paganismo cuja crueldade não foi capaz de vencer a misericórdia do novo mundo cristão que se tornou real.
Vingadas as suas perdas, pretendem eles estabelecerem um reino pagão, assemelhado ao que as Nações Unidas chamam de comunidade internacional, para o qual luta ardentemente uma tal United Religions Initiative, visando a emancipação de velhas crenças hoje periféricas, e que elevará o culto a Moloch finalmente ao status de religiosidade legítima.
Cristian Derosa é jornalista.
Quarta-feira, Março 21, 2012
INDÚSTRIA CORRUPTA COM GOVERNO CORRUPTO: POVO ROUBADO DUAS VEZES!
Ao forçar a renegociação do acordo de livre comércio de veículos leves com o México, o governo brasileiro buscou uma saída honrosa para a contraditória posição em que se meteu. Primeiro, com o discurso pronto da proteção dos empregos industriais no País, em vez de incentivar o desenvolvimento da indústria, sobretaxou em 30 pontos porcentuais o IPI de modelos importados de fora do México e Mercosul, que até o ano passado no conjunto correspondiam a apenas 6% do mercado nacional. Ao mesmo tempo, de forma incoerente, a porta foi deixada aberta para os modelos mexicanos importados por seis multinacionais que já têm fábricas aqui, que representaram 14% das importações de automóveis em 2011, com 117,6 mil unidades e expressivo crescimento de 66% sobre 2010.
Vítima da própria incoerência, em janeiro e fevereiro o governo viu disparada ainda maior dos desembarques de carros montados no México – provavelmente com alguma substituição aos que foram sobretaxados. Por isso o governo decidiu novamente virar a mesa, desta vez com atitude típica de imperialismo econômico muito parecido com o que muitos dos ilustres membros da atual gestão, a começar pela presidente da República, combateram nos anos de chumbo, nos tempos da luta na clandestinidade. Sob a bravata política de cancelamento do acordo, foram impostas goela abaixo do México cotas que, de cara, podem reduzir em algo como US$ 700 milhões os embarques de automóveis de lá para cá, que em 2011 somaram US$ 2,1 bilhões e este ano não poderão passar de US$ 1,45 bilhão, passando para US$ 1,56 bilhão em 2013 e US$ 1,64 bilhão em 2014. Era isso ou nada.
Os mexicanos preferiram ficar com alguma coisa e aceitaram a imposição brasileira, aceitando também elevar o conteúdo local dos carros feitos no México de 30% para 35% no decorrer dos próximos 12 meses e para 40% nos três anos subsequentes, chegando a 45% até 2016. O que parece ter sido uma vitória dos negociadores brasileiros, na prática não muda quase nada, pois o cálculo é diferente nos dois países. No Brasil, a exigência de 65% de conteúdo local embute, no mínimo, 30% de custos administrativos, como por exemplo publicidade e salários de executivos. Com isso, se as montadoras aqui importassem 100% das peças que usam, ainda conseguiriam comprovar cerca de 45% de índice de nacionalização. No México a conta é feita apenas em cima do custo de produção (peças e mão de obra diretamente envolvida na montagem). No fim, os 35% de lá significam quase a mesma coisa dos 65% de cá.
DEZ ANOS DE PERIGOSA ACOMODAÇÃO
Em quase dez anos de acordo bilateral de comércio de veículos com o México (desde o fim de 2006 sem imposição de cotas), o saldo da balança comercial foi amplamente favorável ao Brasil. De 2000 a 2011 o País exportou US$ 21,2 bilhões em carros e autopeças aos mexicanos, e importou de lá US$ 8,7 bilhões, ficando com a conta positiva em US$ 12,5 bilhões. Contudo, bastou um ano ruim, com déficit de quase US$ 1,6 bilhão na balança comercial de veículos, para o Brasil resolver “parar de brincar de globalização”. O problema maior reside não no que foi feito agora, mas no que deixou de ser feito nos últimos dez anos, tanto pelo governo quanto pela indústria.
Do lado do governo, faltou o desenho de uma política industrial de longo prazo, para incentivar o desenvolvimento tecnológico, a inovação e produtividade, para compensar a perda de competitividade causada pela valorização do real. Pelo lado da indústria, sobrou acomodação enquanto o câmbio esteve favorável, com a continuação da fabricação de produtos desglobalizados, pouco sofisticados e caros em relação ao pacote oferecido, que encontram poucos clientes em outros lugares do mundo além do próprio mercado nacional. O resultado desse descompasso, em conjunto com o aumento do poder aquisitivo do consumidor brasileiro, foi a explosão da venda de importados em 2011, que agora só pode ser detida por meio de medidas protecionistas – e imperialistas, quem diria...
O fato é que essas medidas todas não farão do Brasil um país melhor para o desenvolvimento industrial. Muito ao contrário, só incentivam a continuação da produção de produtos ruins e caros, por falta de bons exemplos e competição. Assim a proteção à chamada “indústria nacional” tem efeito bastante questionável. Resta saber se o novo regime automotivo, em gestação no governo, irá de fato começar a mudar esse cenário de atraso. O fato é que impostos e lucros sobre veículos precisam baixar no País, os produtos precisam melhorar, ou o setor automotivo nacional estará condenado a andar de lado indefinidamente.
Pedro Kutney
Artigo originalmente publicado no portal Automotive Business
www.automotivebusiness.com.br
OBAMA CRIMES #55: MAIS TONELADAS DE MERDA SOBRE OS CRIMES DE OBAMA A SEGUIR!
“America’s toughest sheriff” says there is “tons” more potentially shocking information on Barack Obama in connection with his probe into the president’s eligibility, and he calls the media’s suppression of his findings of a likely forged presidential birth certificate and Selective Service Card “probably the biggest censorship blackout in the history of the United States.”
“I’m not going after the president to keep him off a ballot or anything else, but that could happen,” Arizona Sheriff Joe Arpaio said. “I’m going at it strictly as a law-enforcement guy investigating a possible forgery and fraud. I’m sticking with that, but I’ll tell you one thing. We got tons of other information that could be very shocking, too, but I’m sticking now with just the [forgery] investigation and possible criminal violations.”
The lawman from Maricopa County made the comments March 16 on a national radio show hosted by Roger Hedgecock. (Scroll down for video.)
As WND reported March 1, Arpaio and his Cold Case Posse announced there is probable cause indicating the documents released by the White House last April purported to be Obama’s original, long-form birth certificate and Selective Service registration card are actually forgeries.
He stressed on the radio show his original intent with the posse was to put to rest all the claims suggesting Obama was not meeting the constitutional requirements to hold the presidency.
“I told these guys, ‘I want you to do a good job. I hope we clear the president,’” he explained. “I said give me the microfiche in Hawaii to show that he was born in that hospital. Give us the microfiche. I said that six months ago. And that would clear everything up. But as we went into it with an open mind, now we’re coming to a conclusion that we may have some forged documents revolving around this situation.”
When asked about making an arrest, Arpaio said, “We’re trying to identify any alleged forger. We haven’t done that yet. … I’m not blaming the president, but if they’re forged, someone has to be responsible for doing that.”
The sheriff also said that on Friday, he made a decision about where to send Obama’s Selective Service Card in order to have that agency “help us or do an independent investigation.”
“We have nothing to hide. We’re bringing it to their attention, and see what happens,” Arpaio said. “My problem is, there’s a lot of conflicts out here to get somebody to look into this. [Regarding] the media … this is probably the biggest censorship blackout in the history of the United States. When I go to the toilet, I make it in national news. … I just can’t believe the media, including the cable media blocking this thing out.”
Arpaio did not specify the agency to which he sent his information and request for assistance, and when he was asked by Hedgecock if it were the U.S. Selective Service System, the sheriff responded:
“I guess common sense would be to send it to them. The Selective Service director is appointed by the president. … They only have 136 employees in the whole organization. I presume if I did that, what do you think they’re gonna to do with it? The director [Lawrence Romo] who was appointed from San Antonio, Texas, eight months into the Obama administration, what do you think he’s gonna do? He’s probably gonna call some guy at the White House if he can get up to the chief of staff to ask some advice, and then what are they gonna do? Give it to the attorney general? I don’t know. … So I’m fighting big battles here.”
Arpaio made special note about the issue of Obama’s possibly forged Selective Service Card.
“We had a press conference. A lot of people came. They were snickering, trying to embarrass me, [saying] this is a pony show trying to get publicity,” he said. “However, when we showed the Selective Service Card on the screen, you could hear a pin drop.”
Though Arpaio did not focus on Obama’s Social Security Number at his news conference, WND has also reported the president may be using a fraudulent number, another important piece of information the national news media continue to suppress.
The Arpaio findings are not the only items the media are refusing to cover. As WND reported yesterday, a full-blown cover-up appears to be taking place in connection with WND’s disclosure about a retired U.S. postman who has signed a sworn affidavit suggesting Obama was a foreign-born student who was receiving financial help to go to Harvard from the parents of domestic terrorist Bill Ayers.
See excerpts of WND’s interviews with mailman Allen Hulton:
Arpaio’s Cold Case Posse began its investigation in August after 250 members of the Surprise, Ariz., Tea Party, presented a signed petition asking him to undertake the investigation. The tea partiers indicated if a forged birth certificate had been used to place Obama on the 2012 Arizona presidential ballot, their rights as Maricopa County voters could be compromised.
NOTE: In case you missed the news conference of Sheriff Joe Arpaio’s “Cold Case Posse,”you can view it here.
Then last December, Obama’s Justice Department held its own news conference to claim Arpaio’s office committed civil-rights violations against Hispanics, including racial profiling and heavy-handed immigration patrols based on racially charged complaints.
When asked about that during Friday’s radio show, Arpaio said, “They want to control my organization, [imposing] monitors and everything else. I’m not gonna go for that. So I guess they’ll sue me and we’ll go to court and put the real facts out. The real facts that they’re going to have to come up with including all their so-called witnesses that they won’t identify. They won’t give us anything.”




