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Segunda-feira, Janeiro 31, 2011
Sábado, Janeiro 29, 2011
VOCÊS SABERÃO PORQUE EU NÃO ASSISTO TV

Da Sagrada Familia de PASSIONE ao BBB 11 da Globo promovendo a responsabilidade social.
Quinta-feira, Janeiro 27, 2011
TAM-TAM CAIRLINES... A AEROBAGACEIRA, APRONTA MAIS OUTRA MENTIRA ALÉM DE CÍNICA!

Vem aí mais uma edição do bagaceira news!!! Divirta-se!
O ESTADO DE SÃO PAULO ECONOMIA 27/01/2011
TAM e Gol ficam nos últimos lugares em ranking de segurança
Alexandre Mello
SEGUNDA-FEIRA, 20 DE OUTUBRO DE 2008
Carta ao Presidente da TAM


É assim que se faz o povo esquecer
Depois do acidente em Congonhas, a TAM teve uma postura admirável: ao invés de minimizar os danos causados aos familiares e amigos das vítimas do vôo 3054 indenizando-os, auxliando no processo de investigação das causas do acidente (as quais começam a ficar bem claras pra quem pára pra pensar um pouco) e dando respostas decentes aos familiares e ao povo brasileiro. Ao invés disso, a TAM investiu milhões em uma nova marca e uma nova campanha que fizesse o povo brasileiro ver como eles são "bacanas" e "compromissados" com seus clientes. Essa atitude é um ultraje, uma tentativa ridícula de fazer o povo esquecer o acidente e amortecer qualquer pensamento questionador quanto à sua postura mediante essa tragédia.

SEGUNDA-FEIRA, 17 DE NOVEMBRO DE 2008
Vejam o resultado da carta ao presidente da TAM

COMUNICADO DE ITAIPAVA
AVIAÇÃO CHINESA: AVIÃO OCIDENTAL, SERVIÇO COMUNISTA!
Quarta-feira, Janeiro 26, 2011
CÁ E LÁ... PORQUE O BRASIL É UM PAÍS TÃO FEIO? POR CAUSA DA FEIURA DA MENTE DE SEU POVO!
Terça-feira, Janeiro 25, 2011
MANIFESTO PELA LIBERTAÇÃO **IMEDIATA** DE ALEJANDRO PEÑA ESCLUSA!
DIÁRIO DO COMÉRCIO | 25 JANEIRO 2011
INTERNACIONAL - AMÉRICA LATINA
Na defesa dos direitos individuais, da plena liberdade de expressão e opinião, e denunciando a farsa montada por Hugo Chávez para incriminar Alejandro Penã Esclusa, o MSM publica abaixo-assinado pedindo sua libertação e colhe assinaturas.
No dia do aniversário da instauração da democracia na Venezuela, milhares de pessoas foram às ruas ontem em protesto à repressão contra a dissidência. "Em um país onde constantemente se ataca a dissidência, não há democracia de verdade", disse Virginia Zamora, uma das organizadoras da manifestação. A situação ficará ainda mais tensa nesta quinta-feira, quando ocorrerá a audiência de um dos líderes da oposição venezuelana e presidente da Unoamérica, Alejandro Peña Esclusa, apontado como um "terrorista" pelo governo de Chávez.
Autoridades, intelectuais e empresários brasileiros iniciaram uma campanha em defesa de Peña Esclusa, entre eles o vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos.
Em declaração, Afif ressalta que "nas diversas oportunidades em que esteve conosco em São Paulo, Peña Esclusa jamais manifestou qualquer opinião ou posição em relação à situação de seu país que não fosse pacífica e baseada na Constituição venezuelana ou nas normas do direito internacional".
O vice-governador soma-se a outras vozes brasileiras que defendem a democracia e a liberdade de expressão na Venezuela. Já circula um manifesto que pede a libertação de Peña Esclusa, preso há mais de seis meses.
O líder opositor é acusado de laços com terroristas. A polícia teria encontrado explosivos em seu apartamento. Segundo a esposa do opositor, Indira Ramirez de Peña, as provas teriam sido "plantadas".
Nós, abaixo assinados - intelectuais, empresários, estudantes, políticos, cidadãos conscientes de seus deveres - desejamos declarar ao público em geral e às autoridades de Caracas especialmente, que nunca nos deixamos nem nos deixaremos enganar pela grotesca farsa judicial montada contra o líder oposicionista venezuelano Alejandro Peña Esclusa.
Incriminado por um delito que não cometeu nem poderia ter cometido, Peña Esclusa está preso há mais de seis meses, aguardando audiência a ser presidida por um juiz que não esconde seu ódio ao acusado, o que é o mesmo que anunciar a sentença antes do julgamento.
O próprio teor da acusação denuncia a farsa. Peña Esclusa, segundo as autoridades venezuelanas, seria o "contato" local de um terrorista salvadorenho, Francisco Chávez Abarca. Logo, seria ele também um terrorista.
Não há evidências sequer de que o próprio Chávez Abarca seja um terrorista. Até agora, o único crime que ele comprovadamente cometeu foi roubo de carros, pelo qual foi condenado na sua terra natal.
Muito menos há qualquer prova de que Peña Esclusa tenha jamais se encontrado com esse indivíduo, ou mesmo tido a ocasião de enxergá-lo de longe.
O único arremedo de prova que se exibiu contra Peña Esclusa é a palavra do próprio Chávez Abarca.Mas terá ele realmente dito essa palavra? É proibido averiguá-lo. Sem que seu pretenso depoimento pudesse ser examinado por qualquer observador independente, o governo venezuelano tornou a testemunha inacessível aos advogados de defesa e ao próprio juiz do processo, enviando-a a Cuba, onde se encontra incomunicável e onde qualquer declaração que saia da sua boca não terá confiabilidade nenhuma, não havendo naquele país justiça independente, nem direito de defesa, nem liberdade de imprensa.
Tudo, aí, caracteriza uma farsa incriminatória grosseira, quase pueril, montada em retaliação ao processo que Peña Esclusa vinha movendo contra o governo venezuelano em tribunal internacional e destinada a abafar a conexão entre esse governo e organizações terroristas, conexão repetidamente denunciada e provada pelo próprio Alejandro Peña Esclusa.
A prisão de Peña Esclusa é um escândalo e um crime.
Ao tornar público o nosso mais veemente protesto contra essa iniqüidade premeditada e cruel, nada pedimos ao governo da Venezuela. Exigimos, em nome da decência, que desista de se ocultar covardemente por trás da incriminação de um inocente, antes que a honra da própria nação venezuelana, que não merece isso de maneira alguma, venha a ser maculada por esse episódio abjeto.
Publicado no site do jornal Diário do Comércio, SP, em 24/01/2011.
Do editor: O Mídia Sem Máscara pede o apoio de todos a essa iniciativa, para que a justiça prevaleça e Alejandro Peña Esclusa seja libertado. Deixa sua assinatura nos comentários (É preciso se cadastrar, na front-page, na coluna à esquerda, logo abaixo da seção Vídeo da Semana).
Domingo, Janeiro 23, 2011
UM AFRONTAMENTO CRIMINOSO FINGIDO DE "JORNALISMO"!
Saudades da idiotice
Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 17 de janeiro de 2011
Se você espera encontrar qualquer cobertura honesta, por mínima que seja, na grande mídia nacional ou internacional hoje em dia, está implorando para ser enganado. A falsificação, antigamente limitada, discreta e contrabalançada ao menos por arremedos de bom jornalismo, tornou-se ostensiva, cínica e generalizada. É como se os profissionais soubessem que podem contar com a obediência passiva de milhões de otários que eles mesmos treinaram para isso ao longo das duas últimas gerações.
Jared Lee Loughner, que atirou na deputada Gabrielle Giffords, é um fanático esquerdista educado numa escola cujos mentores foram Barack Obama e o terrorista Bill Ayers -- mas esse fato decisivo foi omitido por quase todos os grandes jornais e canais de TV dos EUA. Preferiam explicar a motivação do crime pela ação mágica de uma ilustração colocada na página de Sarah Palin no Youtube, onde o distrito de Giffords e seus vinte deputados aparecem destacados no mapa americano por uma moldura em forma de alvo. Não se sabe nem mesmo se Loughner viu essa ilustração, e é claro que interpretá-la como estímulo mesmo indireto e sutil ao assassinato político em vez da simples luta eleitoral é forçar a imaginação até à fronteira da demência -- mas a hipótese psicótica de que a figura exibida no Youtube tenha sido mais determinante na conduta do atirador do que toda a formação ideológica recebida ao longo de uma vida vem sendo imposta ao público americano como se fosse a verdade mais banal do universo. E os responsáveis pela palhaçada não hesitam em tirar dela as conclusões políticas mais virulentas. Keith Olbermann, colunista da MSNBC, chegou a dizer que, se Sarah Palin não abjurar do “apelo à violência” publicado no seu canal, ela deve ser “excluída da política”. Entre os figurões da mídia, ninguém, é claro, lembrou-se de pedir que Obama e Ayers se penitenciassem de colocar idéias revolucionárias na cabeça de Loughner, embora seja óbvio que sem essas idéias ele não teria tido jamais o desejo de praticar um assassinato político.
O jornalismo que se pratica hoje em dia já ultrapassou até mesmo os limites da falsificação premeditada. O que era premeditação tornou-se hábito automatizado, meio inconsciente, como num fingimento histérico em que o doente, no começo, sabe que está mentindo, mas depois se deixa iludir por suas próprias palavras e, entre lágrimas e protestos de indignação, termina “sentindo” que diz a verdade -- sentindo-o tanto mais intensamente quanto mais luta consigo próprio para sufocar a lembrança da mentira inicial. Bem dizia Eric von Kunhelt-Leddin que a histeria é a base da personalidade esquerdista.
Quem não sabe, por exemplo, que a situação econômica do Brasil nos últimos anos só melhorou porque os banqueiros internacionais decidiram usar o país como abrigo seguro de seus investimentos enquanto se esforçam para demolir a economia americana? A história do Brasil sempre se escreveu desde o exterior, mas no caso são os mesmos centros decisórios estrangeiros que têm interesse em esconder-se por trás de louvores ao governo brasileiro, atribuindo a este a autoria de ações que são inteiramente deles e nas quais a participação de Lula e seus ministros foi, no máximo, tão ativa quanto a de um tubo de lubrificante numa relação sexual.
Explicar pelo Fome Zero o aliás modestíssimo incremento do poder aquisitivo dos brasileiros é como achar que a água aumenta de volume ao ser trocada de balde, mas até “formadores de opinião” tidos como conservadores se sentem obrigados a repetir essa cretinice a título de captatio benevolentiae antes de esboçar alguma crítica, mesmo leve e tímida, à elite petista que lhes inspira tanto ódio escondido quanto temor reverencial exibido.
O jornalismo, dizia Joseph Conrad no início do século XX, é uma coisa escrita por idiotas para ser lida por imbecis. Bons tempos, aqueles. Hoje é uma coisa escrita por fingidores compulsivos para ser lida por masoquistas que só respeitam quem lhes mente na cara. A opinião pública mundial evoluiu da idiotice à psicose.
Sexta-feira, Janeiro 21, 2011
AQUI VOCÊ VÊ A CARA DA DILMA E DESGRAÇAS... LÁ FORA VOCÊ TEM ACESSO A ISSO!!!!
Quinta-feira, Janeiro 20, 2011
VIVER EM "STYLE", É VIVER COMO O PRIMEIRO MUNDO MANDA!
A FARSA DA REFORMA AGRÁRIA - ATAQUEM OS PIQUETEIROS DE PLANTÃO JÁ!
20/01/2011
às 15:24Como sempre, o PT chega à verdade depois dos outros; pesquisa da CNA já havia apontado o desastre do modelo de reforma agrária em curso
Os petistas costumam descobrir a verdade sempre depois de seus adversários: enquanto vivem na escuridão, mobilizam a sua máquina de ignorância propositiva contra… os fatos. A senador Kátia Abreu (DEM-TO), presidente da CNA, encomendou ao Ibope, em 2009, uma pesquisa sobre os assentamentos.
A realidade é um pouco pior do que aquela apontada pelo Incra:
- 72,3% dos entrevistados afirmam não gerar renda na propriedade adquirida;
- 72% ganham até dois salários mínimos por mês (renda que não sai da terra);
- 47,7% disseram não produzir nem o suficiente para sustentar suas famílias;
- 37% não produzem absolutamente nada;
- 24,6% produzem apenas o suficiente para a subsistência.
Há outros dados verdadeiramente escandalosos:
- 46% dos assentados compraram suas terras ilegalmente de terceiros;
- 75% não têm acesso aos programas de crédito do governo.
À época, comentando a pesquisa (íntegra), Kátia Abreu observou: “Se há coisa que não aprendemos a fazer, infelizmente, foi reforma agrária”.
O modelo está esgotado. Escrevo sobre o assunto desde 1996. Naquele ano, em reportagem de capa para a revista República, constatei que o MST era um movimento eficiente para produzir ideologia, não para fazer reforma agrária. Em agosto de 2003, a revista Primeira Leitura tentou saber onde estavam os ditos “sem-terra”. Não os encontrou. Stedile tinha mobilizado trabalhadores urbanos, que não sabiam plantar um pé de couve, para a sua batalha. E mandamos ver na capa: “Os sem-terra não existem”.