Quarta-feira, Outubro 05, 2011

BRASIL, O PAÍS CAPITALISTA QUE PROIBE O CONSUMO!

Claro que o Brasil não é um país capitalista, mas sim um país comunista que só finge em deixar o povo ter as coisas se o povo pagar UM PEDÁGIO VIOLENTO PARA SAIR DA POBREZA... O governo comunista do Brasil, lotado de maçons que dizem ser a favor da liberdade, fraternidade e do mercado livre, fazem tudo diferente quando estão no poder. Porquê? Porque há alguma máfia exterior que prega o assassinato de quem der liberdade aos brasileiros? Não duvido disso já que 99% dos partidos políticos do Brasil são comunistas. Se inaugurarem mais um, terá um S de socialista na sigla.

Um dos ataques ao direito de possuir coisas dos Brasileiros é a tributação sobre automóveis. Antes um carro custava 3 vezes mais no Brasil do que nos Estados Unidos. Agora no Brasil se paga o preço de 4 (QUATRO) CARROS em relação aos americanos que ganham de 5 a 10 vezes mais que os brasileiros. ISSO É UMA OPRESSÃO FINANCEIRA para que o povo não consiga ter acesso a bens de conforto para assim não ficar independente das baixas promessas ilusórias do governo comunista.

TEMOS DE PARAR DE COMPRAR AUTOMÓVEIS NO BRASIL OU PELO MENOS TACAR TOMATES NESSES POLÍTICOS QUE TANTO GOSTA DO "VERMELHO"... ENTÃO TOMATES NELES!

A Língua!

05/10/2011

às 18:33 \ Política & Cia

Carros híbridos e elétricos: o Toyota Prius chega no ano que vem, mas Brasil está na contramão: em vez de estimular, pune com imposto quem quer comprar

Toyota Prius: lá fora, 39 mil reais; no Brasil,130 mil

Uma excelente notícia a de que a fabricante de automóveis japonesa Toyota vai trazer para o Brasil no ano que vem o Toyota Prius, carro híbrido — que tem motor a combustão, mas cuja rodagem alimenta baterias elétricas com as quais ele também circula — mais bem sucedido do planeta. (Leia no site de VEJA).

Pena que o preço estará nas nuvens, por volta de 130 mil reais. Mas não é de estranhar.

Como não é de estranhar que o excelente Ford Fusion híbrido, lançado pela Ford no ano passado, tenha vendido até julho passado penas miseráveis dez unidades — afinal, o preço bate nos 140 mil reais.

Isso porque nós, amigos do blog, para variar, vamos na contramão mundial, como aquele soldado do batalhão que marcha com passo errado e e acha que só ele está certo: o governo, em vez de o governo incentivar os carros elétricos ou híbridos — – que, obviamente, poupam petróleo e poluem menos –, faz o contrário: taxa-os pesadamente.

A reportagem do site de VEJA informa que “estudam-se” incentivos a esses veículos. Mas não se tem notícia das conclusões de um grupo de estudos criado em 2009, durante o lulalato, para analisar a questão e propor políticas. O grupo tinha à frente um representante do Ministério da Fazenda, manteve audiências com diversos setores da indústria automobilística brasileira a respeito de veículos híbridos ou movidos a eletricidade e enviou técnicos ao exterior para ver como é tratada a questão nos países mais industrializados.

O antecessor de Dilma estava para anunciar um plano de ação para esses veículos em maio de 2010, mas cancelou o ato e nunca mais se falou no assunto.

Versão híbrida do Honda Fit: no Japão, algo como 34 mil reais

Um setor da indústria automobilística, de que fazem partes fábricas japonesas, vem pressionando o governo para que os elétricos ou híbridos sejam tributados mais ou menos da forma como ocorreu com os veículos de motor 1.0, mais econômicos, e cuja compra sucessivos governos vêm estimulando com apenas 7% de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), a alíquota mais baixa para automóveis.

Pressão contrária exerce o setor mais tradicional da indústria, que está menos avançado em lançamento de híbridos e elétricos e gostaria de manter as coisas como estão. Por desatualização da legislação em relação ao mundo em que vivemos — o Brasil, burramente, continua taxando os veículos com base no tipo de motor que usam, mas não inclui em categoria alguma os produtos da modernidade –, híbridos e elétricos foram remetidos para a classificação geral de “outros”, e pagam o IPI mais salgado: 25% do preço. Some-se a isso os 12% de ICMS, mais o IPVA… e por aí vai.

Bem diferente de países europeus e do Japão, que taxam menos híbridos e elétricos e, no caso destes, conferem bônus para quem compra, que podem atingir 5 mil dólares. Um Honda Fit híbrido custa, no Japão, muito razoáveis 18.600 dólares (cerca de 34 mil reais). No Brasil, se um Honda Fit a gasolina custa algo como 55 mil reais…

Nos EUA, o modelo mais básico do híbrido Toyota Prius, o Prius Two, custa 23.050 dólares (41,1 mil reais). Aqui, se forem mesmo colocados à venda por 130 mil, vão custar… mais do que o TRIPLO!

Por falar no Prius, vejam que coisa de Primeiro Mundo: todos os táxis da bela cidade de Vancouver, no Canadá (3 milhões de habitantes na região metropolitana), são esses híbridos japoneses. Em qualquer capital da Europa, aumenta a olhos vistos o número de híbridos, especialmente o Prius, nas frotas de táxi.

No Brasil, é isso que se vê.


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