Segunda-feira, Novembro 29, 2010

THANK YOU SOCIALISM: O RIO E O VELHO OESTE - RIO AND THE OLD WESTERN

Version in English: Rio and the Old West

Como o Rio lida com assassinos. Como o Velho Oeste lidava com eles.

Julio Severo
Apesar do título, a cidade do Rio de Janeiro nada tem a ver com o Velho Oeste americano. Não que não houvesse violência no Velho Oeste. Havia, mas não tanto quanto se vê no Rio em pleno século XXI.
A injustiça que abunda no Rio não abundava no Velho Oeste. Tal qual no Rio, todos os criminosos do Velho Oeste portavam armas para seus crimes. Mas, muito diferente do Rio, no Velho Oeste TODOS portavam armas, de modo que para atacar o inocente, o criminoso precisava ser bastante astuto para não acabar liquidado.
Os criminosos do Rio atacam suas vítimas na confiança de que o Estado tenha feito seu trabalho sujo de desarmar a população, garantindo assim total insegurança para as vítimas e total segurança para os assassinos.
No Rio moderno, o assassino escapa muitas vezes impune. Para o criminoso do Velho Oeste, o Rio seria um lugar verdadeiramente maravilhoso, pois a impunidade que reina no Rio não reinava no Velho Oeste. O assassino americano era rapidamente julgado e enforcado. Quando fugia, era perseguido pelo xerife e cidadãos prontos para garantir que o assassino pagasse com sua vida a vida que ele tirou. Quando o criminoso fugia para lugar desconhecido, sua cabeça era colocada a prêmio, que significava que qualquer pessoa que o achasse ou matasse receberia um prêmio em dinheiro.
A ética de defesa pessoal para o cidadão e pena capital para os assassinos era no Velho Oeste sustentada nos princípios da Bíblia. A ética protestante (ou evangélica) governava majoritariamente a sociedade americana no século XIX. Os inocentes tinham a Bíblia numa mão e o revólver na outra.
No Rio, embora o número de evangélicos e cristãos seja enorme, não existe ética que influencie as leis a dar aos cidadãos o direito de se defender nem tire do criminoso sua existência de atividades assassinas. No Brasil em geral e no Rio em particular, na mão os inocentes só podem ter a Bíblia, ficando nas mãos de todos os assassinos os revólveres, fuzis, metralhadoras, etc.
No Velho Oeste, os criminosos eram enfrentados a bala pelos próprios cidadãos, que tinham seus rifles prontos para fazer feroz resistência ao crime.
No Rio, os cidadãos se escondem das balas quando conseguem. Quando não conseguem, são atingidos, até mesmo por balas perdidas.
No Velho Oeste, bastava apenas um assassinato para o criminoso — fosse adulto ou adolescente — ganhar forca. Não havia ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) nem defensores dos direitos dos bandidos.
No Rio, os criminosos disputam quem mata mais, e assassinos adolescentes nunca ganham cadeia, tendo garantidos seus direitos pelo ECA de matarem quantos cidadãos quiserem. Aos 18 anos, o ECA lhes garante soltura da instituição de reabilitação, com ficha totalmente limpa, como se eles nunca tivessem matado uma mosca em toda a vida. É de estranhar então que no Rio haja muitos defensores dos direitos dos bandidos, fartamente pagos com dinheiro de impostos?
No Velho Oeste, o bandido tinha de pensar duas vezes antes de atacar um inocente, para não acabar ele próprio com uma bala no meio da testa.
No Rio, o bandido não precisa pensar, pois só suas vítimas acabam com uma bala no meio da testa.
No Velho Oeste, a forca era o destino certo do assassino.
No Rio, a morte é o destino das vítimas dos assassinos, que podem optar por forca, torturas e quaisquer outros sadismos que desejem aplicar às vítimas.
Entre o Velho Oeste e o Rio, eu preferiria o Velho Oeste. Lá pelo menos eu poderia me defender.
E tenho certeza de que ninguém do Velho Oeste escolheria o Rio, uma cidade verdadeiramente maravilhosa para todos os tipos de crimes.
O americano do Velho Oeste no Rio perderia automaticamente sua arma e seu direito de se defender e defender sua família, ficando completamente exposto aos criminosos muito bem armados. Se num caso de agressão criminosa contra sua vida ele por “infelicidade” conseguisse tirar do criminoso sua arma e o executasse, ele seria automaticamente condenado pelos grupos de direitos humanos, sempre prontos a castigar qualquer ação dos cidadãos que conseguem despachar um criminoso.
Há também as redes de televisão, que denunciam qualquer atitude indelicada contra os criminosos, garantindo assim a segurança e os “direitos humanos” deles.
No Velho Oeste, havia igualdade. O bandido andava armado e atirava. Mas todos os cidadãos também andavam armados. Eram criminosos armados contra cidadãos armados.
No Rio, a desigualdade é total. Para imensa alegria dos bandidos, só eles andam armados. São criminosos fortemente armados contra uma população fortemente desarmada, onde o assassino se sente como raposa a solta no galinheiro. Esse galinheiro se chama Rio. Esse galinheiro também se chama Brasil.
Enquanto os assassinos do Rio torturam e matam inocentes, a vítima que consegue retribuir dez por cento ao criminoso é condenada como violadora de direitos humanos. O Rio assim virou um inferno.
Se o Velho Oeste fosse como o Rio, seria um inferno para os inocentes, e um lugar maravilhoso para os assassinos.
Contudo, o Velho Oeste não era como o Rio, de modo que os caubóis diriam: Ainda bem que não estamos no Rio!
Por amor à justiça e aos inocentes, eu diria: Que pena que o Rio não é como o Velho Oeste!
Nota: Esse texto foi revisto por um amigo cujos antepassados viviam no Velho Oeste. Por gerações, sua família tem tido armas. Ele próprio teve um AK-47, mas como cristão ele me disse que não o usaria para se defender, mas para defender sua família e outros. Os cidadãos brasileiros não têm permissão de ter um AK-47 ou armas menos potentes. Contudo, os criminosos do Brasil têm armas muito mais potentes do que um AK-47!

Sábado, Novembro 27, 2010

MINHA FRASE DE HOJE!!!!!!!!

Só vejo a hora de ver os quadros da terrorista nas repartições públicas para cuspir em cada um!!!!!!!!!!!
A PROSTITUTKA SOVIETKA
1.600 HOMENS CORRENDO ATRÁS DE TERRORISTAS NOS MORROS DO RIO...
... MAS TODOS ELES BATERÃO CONTINÊNCIA À UMA TERRORISTA SAPATONA!
BRASIL, UM PAÍS DE LOUCOS!

MINHA FRASE DE HOJE!!!!!!!!

Só vejo a hora de ver os quadros da terrorista nas repartições públicas para cuspir em cada um!!!!!!!!!!!

Quinta-feira, Novembro 25, 2010

QUE DEUS ABENÇÔE OS SOLDADOS!

25/11/2010

às 16:23

Criminosos fogem da Vila Cruzeiro para o Alemão

Dezenas de criminosos tentavam escapar da Vila Cruzeiro, na zona norte do Rio de Janeiro, por volta das 15 horas. Trata-se de um dos maiores refúgios de traficantes do Comando Vermelho. Fortemente armados, eles corriam para pegar carros que circulavam pela favela da zona norte da capital fluminense. A movimentação foi flagrada pela TV Globo, que transmite as imagens ao vivo dos confrontos.

O coronel Lima Castro, porta-voz da Polícia Militar (PM), informou que os blindados da Marinha estão se locomovendo para a região onde estão esses suspeitos. O Batalhão de Operações Especiais (Bope) já utiliza seis veículos blindados da Marinha na ação.

Contra a onda de ataques dos últimos dias na capital fluminense, a PM iniciou hoje uma ação contra traficantes na região. Várias equipes de todas as delegacias especializadas do Rio se deslocam para lá.

A entrada do Bope na favela resultou em tiros, explosões e focos de incêndio dentro da favela. O tiroteio é ininterrupto. Pelo menos quatro pessoas baleadas foram levadas até o início da tarde de hoje para o Hospital Getúlio Vargas, na Penha. O mais grave foi o caso do motorista de ônibus Reginaldo Dias Peixoto, de 36 anos, atingido na cabeça. Ele foi submetido a cirurgia e não corre risco de morrer, informou o hospital. Além dele, um mototaxista, um servente de pedreiro e um policial militar também foram baleados. O policial levou um tiro de raspão no ombro.

Trens – A circulação dos trens no ramal Santa Cruz, no Rio, da concessionária Supervia, voltou ao normal às 14h10 de hoje. A empresa havia alterado a circulação dos trens neste ramal, por volta das 12h50, para garantir a segurança dos passageiros nas proximidades de Tancredo Neves, na zona oeste da cidade, por causa da violência na região.

No blog VEJA Acompanha, todas as informações sobre a onda de violência e terror no Rio.

CARIOCAS E FLUMINENSES... VOCÊS GOSTAM DE QUEM AFINAL?

Já denuncio aos berros, a conta dos prejuízos causados nos ataques terroristas dos bandidos do PT tem de ir a José Dirceu. Foi ele quem implantou o movimento revolucionário na cadeia onde ele ficou preso para "formar" (piorar) os bandidos companheiros de cela para atuarem a favor da implantação do comunismo e todas as táticas de guerrilha e a fonte de mina de dinheiro para eles terem o poder e ajudar o movimento revolucionário internacional tomar força no Brasil novamente, as drogas. Essa é a mina que sustenta financeiramente o narcotráfico.

Mas vocês cariocas e fluminenses, reclamam tanto da bandidagem, mas sempre os parceiros das FARC, os comunistas, que são os criadores do comando vermelho... "vermelho", são eleitos, reeleitos e adorados, eu disse "adorados" por vocês.

Então vocês dizem que odeiam o sistema ao qual o Rio de Janeiro foi imposto, mas vocês gostam do Fidel Castro, de Cuba, do comunismo e seu brizolismo, não gostam dos traficantes que são regidos pela turma do PT-PCdoB cujos são sócios das FARC, mas vocês votam justamente neles e fazem festa com isso?

Viram? O castigo não veio de Deus. Vem dos resultados do apoio ao mal e sua imoral que vocês dão.

E agora, vocês gostam de quem afinal? Não, cariocas e fluminenses, vocês não gostam de vocês próprios em primeiro lugar. Vocês se odeiam e se sentem inferiores ao resto do mundo porque vocês escolheram a inferioridade moral e social e agora pagam com a própria auto-destruição. Mas ainda há tempo. Façam as contas dos prejuízos e condenem José Dirceu. ELE É A ÁRVORE DE MERDA QUE FORA REGADA COM A ÁGUA DA LIBERDADE E DEU FRUTOS DE MERDA QUE HOJE SÃO VÁRIAS ÁRVORES DE MERDA A COBRIR A EXTENSÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.

Sinceramente,

Quem escreve o blog A Língua!



TEORIA DE REINALDO AZEVEDO



Na “minha” antropologia,


a gente leva Bach e Camões


para o morro,


mas não traz funk para o asfalto.



Reinaldo Azevedo

Quarta-feira, Novembro 24, 2010

AMIGA DOS ASSASSINOS DO AMANTE É COTADA PARA MINISTRA DA CASA CIVIL!

As peças (membros do crime) estão cada vez mais se encaixando (andando bem mais juntinhos). Aquela que devia estar como inimiga de Gilberto Carvalho e Mulla, os mandantes principais do assassinato de Celso Daniel, ela continua com eles e deliciando as bene$$e$ por manter-se fiel à máfia de pervertidos. Mais detalhes aqui: http://www.alertatotal.net/2010/11/cotada-para-casa-civil-graca-foster.html

Esse des-governo de assassinos não nos representa e está aí porque o Exército corruPTo permite. O Brasil acabou, mas pode ressurgir e nós derrubarmos à força esse narcogoverno do Mulla, o vagabundo que tem um sindicato que estrutura a infiltração da Igreja e promove invasões (CUT+Conlutas = MST). Sim, Mulla tem um exército de vagabundos para invadir sua propriedade, seqüestrar e paga esse exército com os seus impostos.

Esse é o vagabundo fanfarrão mais sortudo do país porque ele é admirado por gente que queria ser como ele, mas não tem um bando aliado para comandar agremiações para fazer infiltrações na sociedade.

MATAR ESSA KORJA, NÃO É PECADO!

A Língua!

CONVERSA COM O PROFESSOR OLAVO DE CARVALHO

MENOS MERDA DE POMBO NO PÁTIO DA IGREJA!

Luiz Carlos Eccel, bispo de Caçador, foi contra orientação do Vaticano sobre as eleições no Brasil

France Press

O Papa aceitou a renúncia de Luiz Carlos Eccel, bispo de Caçador (Santa Catarina, Brasil), que apoiou para a eleição presidencial brasileira Dilma Rousseff, criticada pela Igreja Católica por suas posições sobre o aborto, anunciou nesta quarta-feira o Vaticano.

Bento 16 aceitou a renúncia do bispo Eccel "em conformidade com o artigo 401 parágrafo 2 do Código de Direito Canônico", indicou o Vaticano em um comunicado. Esse artigo prevê a renúncia "por motivos de saúde ou por outra causa grave".

Segundo a imprensa brasileira, o bispo, de 58 anos, não se manteve fiel à Igreja Católica ao apoiar abertamente a candidatura de Dilma Rousseff, eleita presidente no dia 31 de outubro.

Alvo da Igreja católica e dos evangélicos por suas posições a favor da legalização do aborto, a candidata do Partido dos Trabalhadores recuou antes do segundo turno e se comprometeu a não modificar a lei.

Durante a campanha eleitoral, o bispo de Guarulhos (São Paulo) divulgou um manifesto contra Dilma Rousseff, a pessoa escolhida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para sucedê-lo, apresentando-a como "a candidata da morte".

Três dias antes do segundo turno, no dia 28 de outubro, Bento 16 disse ao receber os bispos brasileiros que os sacerdotes tinham "o dever de emitir um julgamento moral, mesmo na política", quando "os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem".

As declarações foram recebidas no Brasil como um apoio implícito ao candidato social-democrata da oposição, José Serra.

O CRISTIANISMO TOMADO PELOS FALSOS BONS

Deixo uma nota. Estou com cansaço de ver cristianismo com pessoas que dão razão para islâmicos que seguem a linguagem revolucionária de satã expressada por gênios (demônios), os tais gins, eu estou com cansaço de ver cristianismo lotado de gente que se une em grupos para se exibir de bons, perfeitos só porque estão dentro de uma construção que simboliza a casa de Deus, mas a casa de Deus é o universo e nós mesmos se abrirmos as portas de nossas consciências. Estou com cansaço de cristianismo lotado de marginais que usam dinheiro das comunidades para comprar carros esportivos, que pregam o celibato e a virgindade, mas fodem mais do que qualquer adolescente com hormônios a mil, a passear como boyzões com carros comprados com dinheiro das igrejas. Estou com cansaço de cristianismo cheio de protestantes que se dizem superiores e fazem fofocas e intrigas com nomes dos partícipes da vida de Cristo como Maria e os apóstolos, alegando-a ser impura por ter filhos que eram de fato primos de Jesus, mas não param de se dividirem e tratar suas ceitas como supermercados e fazem o nome de Deus o produto atrativo para convencê-los a deixar dinheiro que nunca irá para Deus nem para os mais necessitados. Estou com cansaço de cristianismo cheio de narcopolíticos da Internacional Comunista, estupradores, satanistas, macumbeiros e um monte de pás-viradas. Hoje a cada dia que vejo bispos, padres, irmãos, pastores, presbíteros, freiras, etc, se bandeando como gados de vários pastos ao mesmo ponto de chamamento que é o satanismo político (comunismo) e operam para ele e dizem que operam para o Nome de Deus, eu tenho vontade de cuspir às paredes de cada igreja ou templo. Estou com muito cansaço por ver o Cristianismo e enfim, Deus, ser usado como rótulo em atos de crimes visíveis de promoção do roubo e da morte dos filhos de Deus.

Sinceramente,

A Língua!

Carta enviada à revista "Cristianismo Hoje"

Olavo de Carvalho
30 de junho de 2009

Vocês falam do Júlio Severo naquele tom de superioridade fingida que é a linguagem por excelência dos fariseus hipócritas. Em vez de ajudá-lo no seu combate, como teriam o dever de fazer, procuram atiçar contra ele a sanha dos maledicentes e os risos dos escarnecedores. Ninguém mais do que eu diverge do Júlio numa infinidade de questões, mas não avalio seres humanos segundo sua semelhança ou dissemelhança comigo, e sim segundo suas qualidades intrínsecas, que no Júlio são grandes e esplêndidas, a começar pela sua coragem e pela sua fé cristã inabalável. A simples omissão dos cristãos em geral diante das perseguições que ele sofre já seria um pecado intolerável, mas vocês foram além da omissão: em vez de dar de beber a quem tem sede, meteram-lhe uma colherada de sal na boca. Capricharam na impiedade. Depois disso, não esperem que, no meu programa "True Outspeak" ou nos meu artigos, eu trate vocês de maneira respeitosa. Quem desrespeita o cristão perseguido torna-se automaticamente indigno de respeito.

Link para a matéria "Combustão Espontânea":http://cristianismohoje.com.br/ch/combustao/

Terça-feira, Novembro 23, 2010

ATAQUE A DEUS: COMUNISTAS FORÇAM VISÃO POPULAR A FAZER CULTO (ELEVAÇÃO MÁXIMA) AO ÂNUS!!!!!!!!!!!

Translation: Homolatry: VIP victims in the pervasive violence in Brazil

Prática homossexual torna-se cada vez mais garantia contra impunidade e descaso policial

Julio Severo
Um morto na rua. A polícia cumpriu o seu dever de fazer suas averiguações do crime e comunica o caso ao delegado, que pergunta: “A vítima era gay?”
Quando a resposta é negativa, o delegado diz: “Joguem então esse caso nas estatísticas do mais de 50 mil brasileiros assassinados todos os anos”.
Não é que a polícia seja amante da impunidade. Com dezenas de milhares de assassinatos ocorrendo, fica difícil para poucos policiais mal pagos e mal treinados resolverem tantos crimes. Tudo o que lhes resta é cuidar dos casos que recebem holofotes.
Em 2007, o menino Gabriel Kuhn, de 12 anos, foi estuprado e esquartejado ainda vivo, morrendo de hemorragia depois que suas duas pernas foram arrancadas a golpes de serra, mas o caso nunca ganhou fama na grande imprensa. Um crime comum — estupro, esquartejamento e assassinato de um menino — não atrai tanto a atenção da mídia quanto o caso de um gay que sofre uma agressão.
A moda é, por causa da pressão do movimento homolátrico, tirar da nuvem negra do descaso somente incidentes onde homossexuais sofrem arranhões, agressões e assassinatos — ou até mesmo, como muitas vezes ocorre, aqueles que simplesmente se sentiram ofendidos. O PLC 122/06, por exemplo, pune o autor de uma simples “ofensa” contra a prática homossexual com uma pena tão pesada quanto leva um estuprador de crianças.
Na classificação dos crimes, a prática homossexual dá a uma vítima o direito de não ser tratada com a mesma indiferença com que são tratadas todas as outras vítimas.
A impunidade que afeta crimes contra bebês, meninos, meninas, rapazes, moças, homens e mulheres está perdendo sua força quando a vítima é viciada naqueles impudicos atos privilegiados, pois legisladores, jornalistas e grupos de direitos humanos colocaram os praticantes do homossexualismo na categoria de indivíduos que merecem atenção VIP.
Se você é homossexual, há agora as delegacias especializadas de “direitos humanos”, onde você terá atendimento personalizado. Há o disque-denúncia gay, para você usar e abusar, denunciando como “homofóbico” até o cão do vizinho que incomoda com seus incessantes latidos. Se você não é gay, você terá de se juntar ao povão e entrar na fila do atendimento público. Afinal, o perfil dos gays é economicamente mais elevado e essa classe endinheirada não pode se misturar com as pessoas comuns. Uma mistura só ocorre quando o gay ricão vai atrás de um rapaz ou menino pobretão para oferecer presentes em troca “daquilo”.
Contudo, os homossexuais não são os alvos preferenciais de assassinatos. Se fossem, haveria dezenas de milhares deles perdendo a vida todos os anos. Quem está perdendo a vida aos milhares são os brasileiros comuns que, de 1980 a 2005, sofreram o astronômico e assombroso número de aproximadamente 800 mil assassinatos. Então você pergunta: “Mas como é que nunca ouvi falar disso?” Simples: eles não eram gays.
Nesse mesmo período de 25 anos, 2.511 homossexuais foram assassinados, de acordo com informações do próprio Grupo Gay da Bahia, fundado por Luiz Mott. Esse pequeno número pode incluir também episódios onde a causa do crime é a paixão irracional de um amante da vítima. Além disso, é supervalorizada e supermaquiada a morte de homossexuais que frequentam, às 2h da madrugada, ambientes de drogas, prostituição e criminalidade.
Embora as vítimas homossexuais não cheguem nem a 1% dos 800 mil brasileiros assassinados, elas se tornaram a estrela principal do “show”. É como se os homossexuais é que somassem 800 mil vítimas, e todos os outros brasileiros não passassem de 2 mil assassinados.
Por ano, são assassinados 122 homossexuais, ou 1 a cada três dias, conforme alegação do sr. Luiz Mott. Em contraste marcante, por ano são assassinados 50 mil brasileiros, 414 a cada três dias, ou 138 por dia. Isso significa que o número de brasileiros mortos por dia é maior do que o número total de homossexuais mortos por ano, indicando, nas palavras de Solano Portela, que “a melhor forma de escapar com vida, no Brasil, é virar gay”.
A maioria dos homossexuais assassinados é de travestis, conforme Oswaldo Braga, presidente do Movimento Gay de Minas, que declarou: “São homossexuais que estão mais envolvidos com a criminalidade, como prostituição e tráfico de drogas, ficando mais expostos à violência”. (Tribuna de Minas, 09/03/2007, p. 3.)
Não se sabe o motivo por que travestis e outros homossexuais, que escolhem ambientes de criminalidade e prostituição, não sofrem uma proporção muito maior de assassinatos. Será que a bandidagem agora tem também medo de ser acusada de “homofóbica”?
Certas atitudes do homossexual perturbado (por homossexual queremos dizer o homem que dá ou recebe o pênis no ânus) passaram a fazer parte integral da propaganda que trata como “homocausto” (holocausto de homossexuais) os 122 homossexuais assassinados todos os anos no Brasil. Esse homocausto na verdade soma uma proporção baixíssima que entra em choque com o quadro imenso de todos os outros brasileiros assassinados. Mas a realidade maior é vencida pela realidade pequena à custa daquelas atitudes típicas de gay espalhafatoso, como mentiras, intrigas, estardalhaços e fofocas, sofisticamente mascarados em linguagem de propaganda.
Com a pressão e opressão da Gaystapo na mídia, que chance tem a vasta maioria das vítimas (que são tratadas como cidadãos de quinta categoria) diante das “vítimas de primeira classe”?
A agenda da homolatrina joga a verdade no chão e exalta a homolatria acima de toda e qualquer estatística e realidade social, ganhando no puro estardalhaço.
No entanto, se os homossexuais são realmente 10% da população brasileira, conforme alegam os grupos gays do Brasil, onde estão então os 80 mil homossexuais mortos no período de 25 anos? Se eles são apenas 5%, então onde estão os 40 mil homossexuais mortos? Se eles são apenas 1%, onde estão os 8 mil mortos?
Com todos os holofotes da mídia no pequeno número de vítimas homossexuais, a impunidade só tende a aumentar para todos os brasileiros, pois mais atenção e policiamento para homossexuais significa menos atenção e policiamento para todos os cidadãos.
Os crimes agora só ficarão protegidos de impunidade conforme a homolatria da vítima. O agredido é gay? O culpado será condenado e preso, sem chance de escapar. A vítima não é gay? Então a polícia está ocupada demais para investigar, dando ao culpado a chance de suspirar de alívio. É a ideologização e idiotização do sistema de punição. É a homolatria privilegiando quem presta culto ao ânus.
Quer que um caso de agressão ou assassinato em sua localidade receba atenção da imprensa, dos políticos e da polícia? Numa sociedade mergulhada na homolatrina, só lhe resta alegar que a vítima é gay. No incidente do menino Gabriel Kuhn, que foi estuprado e esquartejado, o caso dele seria lembrado regularmente em todos os canais de TV e no próprio Congresso Nacional — se o esquartejador não fosse homossexual. E há milhares de outros casos de meninos estuprados que não viram notícia na tela da TV Globo ou da TV Record, porque o estuprador é homossexual.
Quando a vítima é homossexual, holofotes. A “causa” do crime é a “homofobia” e ponto final. Cada caso de “homofobia” se torna motivo para campanhas espalhafatosas em favor de leis para proteger depravados de primeira categoria como se fossem vítimas de primeira classe.
Quando o criminoso é homossexual, manipulação, falsificação e ocultamento, protegendo a prática homossexual de toda desonra. A “causa” do crime é um mistério! A culpa é jogada em tudo e em todos, menos na chamada “orientação sexual”.
A agenda da homolatrina garante atenção VIP para vítimas homossexuais e impunidade para homossexuais que cometem insanidades. Luiz Mott, o líder máximo do movimento homossexual brasileiro, é acusado de defender a pedofilia, enquanto o homossexual Denílson Lopes, professor universitário, tem descaradamente defendido o sexo com crianças. Além disso, um filme brasileiro promoveu abertamente o sexo homossexual entre meninos. Em cada um desses casos, as autoridades jamais tomaram qualquer medida. Contudo, se um pastor ou padre dissesse apenas 10% do que Mott e Lopes disseram sobre sexo com crianças, já estariam — e com muita justiça — presos e completamente desmoralizados com denúncias jornalísticas desde a revista Veja até a Rede Globo.
Na violência generalizada que assola a todos no Brasil, a homolatria agora faz toda a diferença na hora de decidir quais vítimas recebem tratamento de estrela de cinema e quais perpetradores obtêm impunidade.

NÃO PODEMOS CANTAR VITÓRIA AINDA, HÁ MUITO QUE FAZER, O MAL NÃO PÁRA!!!!!!!!!!

ALEJANDRO PEÑA ESCLUSA | 23 NOVEMBRO 2010
INTERNACIONAL - AMÉRICA LATINA

Em que pese que o governo de Hugo Chávez administrou um bilhão de dólares nestes doze anos - cifra superior à soma administrada por todos os governos anteriores juntos -, os índices de pobreza se mantêm constantes


Queridos amigos de UnoAmérica,

alejandro

Apesar de me encontrar preso injustamente nos calabouços da polícia política venezuelana, escrevo-lhes carregado de otimismo e de esperança porque se aproxima a hora de nossa libertação.

Não me refiro só à minha e a dos prisioneiros políticos que me acompanham, mas à libertação do povo venezuelano e de todos os povos que se encontram aprisionados pelo Socialismo do Século XXI: Argentina, Bolívia, Cuba, Equador, Nicarágua e Uruguai.

Quando o Foro de São Paulo (FSP) foi criado há vinte anos, representava alguma esperança porque criticava os partidos tradicionais e prometia justiça social. Porém, depois de alcançar o poder em quinze nações latino-americanas, o FSP defraudou suas promessas e traiu os mais pobres.

Em vez de resolver os problemas da região, os governos vinculados ao Foro de São Paulo os agravou consideravelmente e, além disso, introduziu fatores de divisão e de enfrentamento que nossos povos rechaçam.

O caso mais emblemático deste fracasso observa-se na Venezuela. Em que pese que o governo de Hugo Chávez administrou um bilhão de dólares nestes doze anos - cifra superior à soma administrada por todos os governos anteriores juntos -, os índices de pobreza se mantêm constantes, a insegurança cobrou mais de 120 mil mortes, a inflação acumulada se aproxima dos 800%, o deficit de moradia é de 2.5 milhões de unidades, e os apagões mantêm 60% do território nacional às escuras. Este ano, pela primeira vez em décadas, as vantagens dos funcionários públicos serão pagas de maneira fracionada, o qual irrita os trabalhadores, porque Chávez dilapida os petrodólares venezuelanos no exterior, quer seja comprando armas desnecessárias, quer subsidiando a revolução cubana ou pagando salários na Nicarágua. Como se fosse pouco, o governo venezuelano é objeto de inúmeros escândalos que o vinculam à corrupção, ao narcotráfico e às FARC.

Em seus próprios documentos o Foro de São Paulo reconhece que foi vencido eleitoralmente no Panamá, Costa Rica, Chile e Colômbia, e que sofreu uma derrota humilhante em Honduras. Também admite outros fracassos, como a greve policial no Equador, a inabilitação de Piedad Córdoba na Colômbia, e a perda da maioria parlamentar na Venezuela.

Porém, embora o triunfo da democracia esteja assegurado, não devemos cantar vitória. Como feras feridas, os governos da ALBA tentarão manter-se no poder por todos os meios, radicalizando seu projeto e promovendo conflitos na região. Isto explica a onda de confiscações na Venezuela, a aprovação da nefasta lei anti-racismo na Bolívia e a recente invasão militar nicaragüense ao território da Costa Rica.

A missão de UnoAmérica durante o ano de 2011 será, entre outras, detectar e prevenir estas violações e conflitos, a fim de conduzir uma transição pacífica e razoável a governos democráticos e respeitosos dos direitos humanos.

Queria felicitá-los pelos inúmeros êxitos alcançados durante estes dois anos de funcionamento. Em apenas 24 meses conseguimos desmascarar o projeto do Foro de São Paulo, aglutinar as lideranças democráticas de nossa região, defender as democracias quando foram ameaçadas, lutar pelos presos políticos latino-americanos, representar as vítimas do terrorismo, realizar conferências em diversos países, estabelecer relações institucionais nos Estados Unidos e Europa, e elaborar importantes investigações, as quais serviram para editar informes e livros impressos e eletrônicos.

Nossos êxitos também podem ser medidos pela forma - muitas vezes histérica - como nos atacam nossos adversários, através de meios oficiais como oGranma, a Agência Bolivariana de Notícias ou o canal do Estado argentino. Acusam-nos falsamente dos crimes mais inverossímeis, nos responsabilizam por variadas conspirações e mostram sua preocupação e até temor por nosso crescimento. Durante o XVI Encontro do Foro de São Paulo, realizado este ano em Buenos Aires, dedicaram um painel à UnoAmérica, intitulado "a contra-ofensiva da direita latino-americana".

Equivocam-se ao nos catalogar dessa maneira, porque UnoAmérica não representa um projeto ideológico mas um programa de ação, cujo objetivo é erradicar a pobreza através de programas de desenvolvimento, industrialização e pleno emprego. Porém, para executá-lo, primeiro é necessário combater o neo-comunismo, o narcotráfico, o terrorismo e a corrupção, inerentes a todos os governos do Foro de São Paulo.

UnoAmérica também defende as instituições fundamentais, como as Forças Armadas, promove a integração ibero-americana e se identifica com os valores e princípios da civilização cristã ocidental, porque sobretudo isto se sustenta na identidade histórica e na subsistência futura de nossas nações.

Queridos amigos, queria fazer chegar através de vocês, três mensagens importantes:

A primeira, ao governo peruano: no passado 16 de novembro, o Foro de São Paulo criou em Lima a "Secretaria Andino-Amazônica" dessa organização, nomeando como Secretário Executivo Javier Diez Canseco, fundador do Partido Socialista do Peru.

O objetivo deste ramo do FSP é desestabilizar o governo de Alan García, promover a infiltração das FARC no Peru e ressuscitar os grupos terroristas que foram derrotados no passado, como o Sendero Luminoso e o MRTA.

Javier Diez Canseco pertence ao Conselho de Redação da revista América Libre, órgão de difusão do Foro de São Paulo (www.nodo50.org/americalibre). Em tal Conselho ainda figura Manuel Marulanda, "Tirofijo", o extinto líder das FARC, junto com outros importantes dirigentes de grupos terroristas latino-americanos.

A segunda, ao presidente Juan Manuel Santos: desejo felicitá-lo pelos logros alcançados durante os primeiros cem dias de sua gestão, porém também sugerir-lhe respeitosamente que reconsidere a forma como se relaciona com o senhor Hugo Chávez.

Compreendo sua intenção de defender os interesses econômicos da Colômbia, porém, chamar Chávez de seu "novo melhor amigo" ofende às lideranças democráticas da Venezuela e confunde seus próprios seguidores. Não há forma de esconder a relação do governo venezuelano com os terroristas das FARC, nem as repetidas ofensas que ele proferiu ao povo colombiano. Ademais, não convém se associar com um regime que cambaleia. É preferível guardar distância e prudência, até que assuma um novo governo, com o qual possa se relacionar de maneira segura e sincera.

Terceira, ao presidente Porfirio Lobo: me preocupa que ceda às pressões do Foro de São Paulo e de seus agentes encrustados na OEA, para cumprir com as exigências de Zelaya, porque desta forma dá as costas a seus verdadeiros aliados e provoca sua própria desestabilização.

Contrasta a atitude do presidente Lobo com a de seu vizinho salvadorenho, Mauricio Funes, que havendo sido eleito Presidente graças à Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (FMLN) - partido fundador do Foro de São Paulo -, decidiu se distanciar da linha de Hugo Chávez. Ao que tudo indica, Funes foi capaz de perceber as mudanças que se avizinham no futuro próximo e não quer ser apontado com o bando perdedor. Conviria a Lobo atuar da mesma maneira.

Queria aproveitar esta oportunidade para agradecer sinceramente a todos aqueles que têm manifestado sua preocupação pelo meu encarceramento e aos que têm enviado mensagens de apoio e solidariedade.

Encontro-me bem de saúde, firme em minhas convicções e muito orgulhoso de estar na prisão, convencido de que meu sacrifício proporciona um grande benefício ao povo venezuelano e serve para desmascarar as características totalitárias do regime que nos governa.

Finalmente, queria lhes pedir que se encomendem à Nossa Senhora, a Virgem de Guadalupe, Padroeira da América Latina e também Padroeira de UnoAmérica.

Despeço-me com um abraço de irmão que lhes quer bem e admira-os, por sua valentia, por sua perseverança e pelo profundo amor que professam a suas respectivas nações.


Alejandro Peña Esclusa
Presidente de UnoAmérica
Prisioneiro Político


Tradução: Graça Salgueiro