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Segunda-feira, Dezembro 28, 2009
OBAMA CRIMES # 24 - OBAMA TEM 39 CARTÕES DE SEGURIDADE SOCIAL (tipo de cartão de INSS e CPF)
Sexta-feira, Dezembro 25, 2009
MULLA TORRA O DINHEIRO DO POVO DE PERNAMBUCO QUE EM PARTE TEM QUE ESPERAR CHOVER NO TELHADO EMPOEIRADO PARA A ÁGUA CAIR NA CISTERNA DONDE MULLA...
Quarta-feira, Dezembro 23, 2009
AS FORÇAS DESONRADAS BATEM CONTINÊNCIA PARA O PADRILHO DAS FARC!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Revista colombiana confirma ligação de Luiz Francisco com as Farc
Em 2004, o procurador da República Luiz Francisco de Souza intercalou suas tarefas de combate ao crime com outra atividade. Ele ensinava seus amigos terroristas das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) como despistar investigadores. É o que revela reportagem da revista colombianaCambio, publicada nesta quinta-feira (31/7).
A revista descreve as fraternais relações entre dirigentes do grupo guerrilheiro colombiano com destacadas figuras do governo federal brasileiro, membros do Legislativo, do Judiciário e com diversas autoridades. Os relatos têm como base mensagens achadas no computador do ex-porta-voz internacional da guerrilha Raúl Reyes, morto em março passado — leia a reportagem. Não há na reportagem mensagens diretas de brasileiros para Reyes. A maioria das correspondências tem como autor o ex-padre Francisco Antonio Cadena Colazzos, conhecido como Padre Medina e que se intitulava porta-voz da guerrilha no Brasil, e Raúl Reyes.
Entre os nomes brasileiros citados pela revista, está o do hoje procurador-regional da República Luiz Francisco de Souza. Ele é mencionado em um extenso e-mail de Cadena Colazzos a Raúl Reyes, datado do dia 22 de agosto de 2004. A mensagem reforça as já conhecidas relações entre Luiz Francisco e o ex-padre. Reportagem da revista Consultor Jurídico, publicada em maio de 2006, mostrou que o procurador interferiu indevidamente na Justiça em favor do padre-guerrilheiro — clique aqui para ler.
Na mensagem transcrita pela revista colombiana, Colazzos relata o diálogo que teve com o procurador. Pelo relato, Luiz Francisco aconselha o embaixador das Farc a se proteger das investigações policiais. De acordo com a Cambio, Medina escreveu na mensagem que Luiz Francisco lhe deu o seguinte conselho sobre como se portar caso fosse abordado por autoridades no Brasil: “Ande com uma máquina fotográfica e quando possível com um gravador para o caso de voltar a acontecer de um agente de informação o fotografar e o gravar, tendo o cuidado de não permitir que ele pegue a câmara e o gravador. Que em relação com o sucedido fizemos uma denúncia dirigida a ele, como procurador, para fazê-la chegar ao chefe da Polícia Federal e à Agência Brasileira de Informação”.
O receio de Colazzos de ser perseguido pela polícia tinha motivos concretos. Segundo a revista Veja, em reportagem de 2005, a Agência Brasileira de Inteligência investigou as ligações das Farc com militantes petistas.
Um documento da Abin sobre as investigações é datado de 25 de abril de 2002, está catalogado com o número 0095/3100 e recebeu a classificação de “secreto”. O arquivo informa que, no dia 13 de abril de 2002, um grupo de militantes de esquerda simpatizantes das Farc promoveu uma reunião em uma chácara nos arredores de Brasília.
Na reunião, que teve a presença de cerca de 30 pessoas e durou mais de seis horas, Medina anunciou que as Farc fariam uma doação de US$ 5 milhões a candidatos petistas. Faltavam então menos de seis meses para a eleição. Um agente da Abin, infiltrado na reunião, fez um informe a seus chefes.
Defesa das Farc
As relações entre Luiz Francisco e Colazzos no Brasil já eram conhecidas. Reportagem da ConJur mostrou que o procurador interferiu indevidamente em favor do colombiano em meados de 2006, em um episódio que colocou em xeque a autoridade do Supremo Tribunal Federal. Acusado de homicídio na Colômbia, o guerrilheiro foi preso e aguardava na prisão o julgamento do pedido de extradição.
Assim que foi detido no país e recolhido à carceragem da PF em Brasília, o ex-padre entrou com pedido de prisão domiciliar. Ao mesmo tempo, a Polícia Federal informou ao Supremo que não tinha condições para alojar o preso em seu xadrez. Diante da situação, o STF, através dos ministros Carlos Britto e Gilmar Mendes, solicitou que ele fosse alojado no Centro de Internamento e Reeducação do Distrito Federal.
As coisas estavam assim arranjadas, quando o procurador Luiz Francisco de Souza, que nada tinha a ver com o caso, entrou em ação e pediu à Justiça do Distrito Federal que o colombiano fosse devolvido à Polícia Federal. Sem dar ciência ao STF, o pedido foi encampado pelas autoridades interessadas do Distrito Federal — Ministério Público, Polícia Civil e pelo juiz da Vara de Execuções Criminais, Nelson Ferreira Junior.
“O Procurador Regional da República vislumbrando situação prisional supostamente irregular de extraditando resolveu atuar na defesa do extraditando. O aludido pleito encontrou a absurda acolhida do Promotor de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios e, o mais grave, de Juiz de Direito da Vara de Execuções Criminais do Distrito Federal”, relata o ministro Gilmar Mendes em seu despacho.
Além de reconhecer o “cenário de patente desrespeito à autoridade e competência deste Tribunal”, o ministro recomenda a “apuração dessa lamentável corrente de afronta a garantias institucionais, perpetrada por agentes manifestamente incompetentes para a prática dos atos adequados para resguardar a autoridade desta Corte e o devido processo extradicional (...)”.
Dois meses depois do episódio, o guerrilheiro colombiano obteve asilo político do governo brasileiro. Diante disso, não restou outra alternativa ao Supremo senão expedir alvará de soltura em seu favor.
Luiz Francisco de Souza foi procurado pela ConJur, por telefone, por volta das 18 horas desta quinta, na Procuradoria Regional da República do Distrito Federal. Não foi encontrado. A assessoria de imprensa informa que ele só poderá dar entrevistas na tarde de sexta-feira (1/8).
Prestigioso juiz
De acordo mensagem publicada pela revista colombiana, não só o procurador teve contatos com as Farc, mas também um desembargador do Rio Grande do Sul. Ele é citado em mensagem escrita durante o processo de paz da Colômbia entre 1998 e 2002 em San Vicente del Caguán. Segundo a revista, “envolvem um prestigioso juiz e um alto ex-oficial das Forças Armadas brasileiras”.
Em mensagem de e-mail de 19 de abril de 2001, um homem chamado Mauricio Malverde informa Reyes: “O juiz Rui Portanova, nosso amigo, nos explicou que queria ir aos acampamentos, receber lições e conhecer a vida das Farc. Ele paga a viagem”. Portonova é desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.
Entre os nomes de autoridades citados pela revista colombiana estão o do ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu, o chefe de gabinete da Presidência da República Gilberto Carvalho, o ministro de Relações Exteriores Celso Amorim, o assessor especial de Assuntos Internacionais da Presidência Marco Aurélio Garcia, o secretário de Direitos Humanos Paulo Vannuchi, entre outros.
Segundo as mensagens transcritas pela revista colombiana, o intermediário entre o então ministro José Dirceu e o porta-voz das Farc era o jornalista Breno Altman. "Breno Altman (dirigente do PT) me disse que vinha da parte do ministro José Dirceu e que, por motivos de segurança, eles tinham combinado que as relações não passarão mais pela Secretaria de Relações Internacionais, mas que serão feitas diretamente através do ministro com a representação de Breno", diz um dos e-mails do padre Medina.
Antes de intermediar as relações do ex-guerrilheiro com o governo petista, Breno Altman já tivera seus 15 minutos de fama revolucionária como porta-voz de uma campanha para libertar os canadenses David Spencer e Christine Lamont e um grupo de companheiros chilenos e argentino, presos no Brasil pelo seqüestro do empresário Abílio Diniz em 1989.
Outro fato que indica relações do ex-padre com o governo Lula é a nomeação da mulher de Medina para um cargo no Ministério da Pesca, cujo titular é Altemir Gregolin. Segundo revelou recentemente o colunista Diogo Mainardi, da Veja, em 29 de dezembro de 2006 Angela Maria Slongo foi nomeada para o cargo de oficial de gabinete II. Quando Angela foi nomeada pelo Palácio do Planalto, Medina estava preso em Brasília.
Um e-mail de 17 de janeiro de 2007, de Medina para Raul Reyes, revelado agora pela revista Cambio, confirma o mimo do governo petista à mulher do padre: "Na segunda-feira, 15, 'a Mona' começou em seu emprego novo, e para assegurá-lo e fechar a passagem da direita que em algum momento resolva molestá-la, colocaram-na na Secretaria de Pesca, trabalhando no que aqui chamam um cargo de confiança ligado à Presidência da República".
Domingo, Dezembro 20, 2009
VIGILIA CONTRA SENADOR SATANISTA (COMUNISTA) QUE COM MACACOBAMA PREGA O ASSASSINATO LUCRATIVO DE CRIANÇAS - LUCROS VÃO PARA CAMPANHAS DO PARTIDO DELE!
Sábado, Dezembro 19, 2009
Quarta-feira, Dezembro 16, 2009
HÁ LIMITES ATÉ PARA O PODER DA FEIÚRA!
Z'ONU sugere controle de natalidade para combater “aquecimento”

A máscara salvacionista vai caindo e o ambientalismo se mostra como uma das raízes da árvore da eugenia
Em matéria publicada no M@M em 27/08/2009, alertávamos quanto à presença de um “maluco” eugenista na assessoria de Barack Obama. Era John P. Holdren, que desde 1977 advoga controle populacional compulsório, adição de esterilizantes à água ou a outros alimentos de consumo diário e até mesmo o aborto compulsório.
Evidentemente, Holdren não é um maluco no sentido clínico, pois seria escorraçado se propusesse essa monstruosidade sem ter o devido respaldo de colegas bem posicionados, bilionários com complexos super-homem (ver clipping do dia 27/05/2009) e o apoio da “comunidade internacional”. NB: comunidade internacional é a expressão que oculta alguns elementos: as viúvas do Muro de Berlim transformadas em ambientalistas radicais festejados pela mídia catastrofista e manobrados pela face oculta da ONU.
Pois agora, essa mesma ONU revela-se em sua crueza essencial ao “sugerir” controle de natalidade para combater “aquecimento global”:
"Com o crescimento da população mundial, da economia e do consumo além da capacidade da Terra de adaptar-se, as mudanças climáticas poderão se tornar mais extremas e catastróficas", diz o relatório divulgado hoje pelo Fundo Populacional da ONU.” Leia mais aqui:http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,onu-sugere-controle-de-natalidade-para-combater-aquecimento,468339,0.htm
No mesmo comunicado, porém, o tal Fundo Populacional da ONU reconhece que: “A agência admite não haver provas empíricas de que o controle de natalidade conterá as mudanças climáticas. "As conexões entre população e mudanças climáticas são, na maior parte das vezes, complexas e indiretas", admite o documento. O texto também observa que não há dúvidas de que as mudanças climáticas em andamento foram causadas pela atividade humana, mas os países em desenvolvimento são responsáveis por uma parcela bem menor das emissões de gases causadores do efeito estufa do que as nações desenvolvidas”.
É bom recapitular:
1º - O aquecimento global antropogênica (AGA) é uma impostura amplamente refutada, mas ainda necessária à estratégia de desinformação catastrofista. (Ver editoria de Ambientalismo do M@M).
2º - Desde 1998, ocorre um resfriamento global natural, portanto,não há problema de aquecimento global. “Os últimos dois anos de resfriamento global apagaram quase 30 anos de acréscimo nas temperaturas (Prof. Ian Plimer, em artigo do dia 16/07/2009).
3º - Historicamente, os períodos de aquecimento foram e são períodos de fartura de alimentos, prosperidade e aumento populacional. Os períodos de resfriamento mais acentuado foram períodos de fome, doenças e despovoamento (Aguarde artigo que abordará este tópico).
4º - Mesmo que fosse factível a hipótese do AGA, era de se esperar que os seus propagandistas ao menos unificassem o discurso. Mas qual o quê! Para cada patuléia um número, para cada conveniência, uma cifra, um embuste. Ou, apenas outro engano, um lapso no calor da disputa por verbas, cargos, prestígio e mandatos?
Confira e compare :
“Cada brasileiro é responsável pela emissão de 10 toneladas de gás carbônico (CO2) por ano, em média. O número é duas vezes maior do que a média mundial. Os dados são da Rede-Clima, ligada ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe)”. "Somos o país em desenvolvimento com a maior média mundial", disse Carlos Nobre, um dos coordenadores da Rede-Clima, ao participar de comissão geral na Câmara para discutir a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15). O encontro será realizado em dezembro, em Copenhague (Dinamarca). A meta é de que a média mundial de emissão de CO2 seja de 1,2 tonelada por ano até 2050, para que a temperatura global não aumente 2 graus Celsius (°C). "Ela já subiu 0,8°C nos últimos 100 anos. Falta 1,2°C. Já chegamos muito próximo do limite", disse Carlos Nobre”. Leia mais aqui: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,cada-brasileiro-emite-10-toneladas-de-co2-por-ano--aponta-inpe,468363,0.htm
De onde o Sr. Carlos Nobre tirou esses números? Meta de quem, quando nem os EUA ou a China se arriscam a estabelecê-la agora? (Ver: O fiasco de Copenhague: a realidade se impõe). Ou será que não há limite neste país? Talvez seja verdade aquilo que uma personagem de comédia dizia: “Brasileiro é tão bonzinho...”
5º - Por que esse pessoal da ONU não sugere o controle radical da estupidez, começando por eles próprios?
Sábado, Dezembro 12, 2009
DOM BERTRAND DENUNCIA O FASCISMO CLIMÁTICO
Fascismo climático
Posted: 09 Dec 2009 09:44 PM PST Uma delegação de congressistas republicanos viajará a Copenhague para deixar bem claro às delegações presentes que seu grupo não avalizará qualquer promessa do presidente Obama com relação ao controle de gases estufa. A notícia foi difundida pela Fox News e ecoada, entre outros pelo diário espanhol “El Mundo”. O porta-voz do grupo deputado James Sensenbrenner fez o anúncio em Washington (foto). Os republicanos estão em minoria no Congresso. Porém, a vertiginosa perda de popularidade do presidente Obama deixou inseguros os congressistas democratas. O resultado é que o presidente não pôde aprovar as medidas demagógicas que imaginava ter prontas para a Cúpula de Copenhague. Nesse contexto de divisão entre democratas, os republicanos mostraram-se hábeis em bloquear as promessas do presidente. Acresce que a opinião pública americana acredita cada vez menos no “aquecimento global antropogênico”. A empresa de sondagens Pew constatou em outubro que a percentagem de americanos que acredita no aquecimento global caiu de 71% para 57% desde abril de 2008. Mais importante ainda: só 36% acredita que esse aquecimento se deva à atividade humana. “Não há como negá-lo: estamos perdendo. A negação da mudança climática está se espalhando como uma doença contagiosa”, comentou George Monbiot, ambientalista e colunista do 'The Guardian' de Londres, a respeito das enquetes negativas para o alarmismo. As reações do público dos EUA contra o alarmismo climático mostram-se muito “quentes” e a resistência pode ser feroz. Sensenbrenner vai para esclarecer aos líderes mundiais reunidos na capital dinamarquesa que o Congresso americano não apoiará lei alguma pela redução dos gases estufa enquanto não acabe o que ele qualificou de “fascismo científico”. O deputado escreveu ao presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), Rajendra Pachauri, exigindo que a Conferência evite utilizar trabalhos dos cientistas envolvidos no Climagate. Para Sensenbrenner ficou claro que os dados científicos foram distorcidos. Mas, para Rajendra Pachauri não há como atender o pedido republicano sem esvaziar o conteúdo dos relatórios preparados para a Cúpula do clima.Por sua vez, o parlamentar republicano Mike Pence, disse nesta terça-feira que Obama deveria evitar as promessas em Copenhague. “Sr. Obama, não faça em Copenhague promessas que nós não poderemos cumprir”, advertiu. “Mas vale cair com Minas do que cair em Minas”... diz a velha sabedoria mineira. Obama terá inteligência para perceber tudo o que isso significa? Ou o fanatismo alarmista cegá-lo-á na hora decisiva de falar? Fonte: blog Verde: a cor nova do comunismo - publicado por D. Bertrand | 08:53 | |
Babel do clima
Posted: 05 Dec 2009 03:42 AM PST O Dr. Gabriel Calzada, presidente do Instituto Juan de Mariana, professor da Universidade Rey Juan Carlos declarou a “El País” que o “Climagate” “é um caso claro de corrupção científica. A opinião pública foi enganada. Isso não quer dizer que não haja aquecimento e que outros cientistas sérios possam ter razão. Porém, cai por terra a versão alarmista da mudança climática, que oculta que nos últimos 11 anos não houve aquecimento e [a fraude] do gráfico do taco de hóquei”.Para “El País”, o “Climategate” foi tão longe que paira sobre a Conferência de Copenhague. Pois, observa o jornal, “se o aquecimento é falso e se a mão do homem não tem nada a ver, para o quê o mundo gastará bilhões trocando o sistema energético para reduzir as emissões de gases estufa?” De que jeito fica o IPCC, criado pela ONU para atualizar o estado do conhecimento da mudança climática?, indaga o jornal porta-voz do socialismo espanhol. “Uma coisa é que alguns cientistas tenham agido pouco eticamente ou que utilizem expressões pouco adequadas. Mas uma coisa muito diversa é um caso que abala décadas de investigação”, acrescentou. Num debate organizado em Madrid pelo muito oficial Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC), o oceanógrafo Carlos Duarte fez a apologia do “aquecimento global”, sendo abertamente contestado pelo Dr. Miguel Losada, do Centro Andaluz de Meio Ambiente, da Universidade de Granada. Losada, se apoiando em Einstein ‒”temos que fazer as coisas do modo mais simples, mas não mais simples do que necessário” ‒ desqualificou “o excesso de zelo que consiste em dizer que a mudança climática se deve ao CO2”. Por sua parte, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas ‒ IPCC, da ONU ordenou investigar se os cientistas envoltos no Climagate manipularam as informações sobre o aquecimento global, informaram diversos órgãos da imprensa como o 'Times' de Londres e 'La Nación' de Buenos Aires. E, com menor destaque, alguns doBrasil.O caso é delicado pois o IPCC é grande suspeito no caso, e uma investigação por ele conduzida poderá ser facilmente contestada ou ainda incriminada de parcialidade. O chefe dos negociadores da Arábia saudita, Mohammad Al-Sabban (foto), disse àBBC que o Climagate terá “profundo impacto” na reunião de Copenhague. Segundo ele, o material hackeado sugere que a mudança climática não tem causa humana. Mas a voz da Arábia Saudita é pouco respeitada e acusada de encobrir interesses do lobby do petróleo. O panorama assemelha-se à da confusão das línguas na Torre de Babel. E a confusão está no próprio ponto de partida: não há provas claras de que exista o tal “aquecimento global antropogénico”. Construir um acordo formidável sobre essa incerteza básica, como aliás pretende-se, ou pretendia-se, fazer em Copenhague, equivale a construir um castelo sobre uma montanha de areia. Se se fizer esse castelo, os adversários da ordem civilizada serão os únicos vencedores, pois eles já poderão antever o dia da queda da nossa civilização. É urgente impor um freio a esses absurdos, fazer uma pausa prudente e trabalhar sobre dados solidamente fundados na realidade. Copenhague pode esperar ou ser esquecida para sempre se assim for melhor para o futuro da humanidade. Fonte: blog 'Verde: a cor nova do comunismo' - Publicado por Dom Bertrand. |
PAZ NO CAMPO, O MAGNÍFICO MOVIMENTO DIREITISTA CRISTÃO (CONSERVADOR) DE BRASILEIROS PARA BRASILEIROS!

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PROF. PLÍNIO CORRÊA DE OLIVEIRA - A ANTI-REVOLUÇÃO PARA REESTABELECER A ORDEM!

O Muro de Berlim e o último cartucho do comunismo russo
7/12/2009
Luis Dufaur
![]() Há 20 anos caia o Muro de Berlim |
Crise do comunismo internacional
Ao mesmo tempo, na própria Rússia surgiram resistências de envergadura. Por causa delas, Lenine teve que fechar as comunas auto-governadas, internar os “intelectuais” na Sibéria, alistar criminosos comuns na KGB (polícia política) como braço armado darevolução popular, e desencadeou um terrorismo de massa que matou milhões. A utopia da igualdade plena sem Estado nem autoridades ficou para depois, e a nova ordem não se definiu ainda “comunista”, mas apenas “socialista”.
Lenine e seus sequazes nunca desistiram da revolução mundial, embora amargando fracassos e metamorfoses. Mas as “revoluções em países mais desenvolvidos” demoraram, porque o comunismo revelava-se cada vez mais incapaz de convencer e manipular as massas operárias. Para piorar a situação, o regime soviético se decompunha, apesar dos sucessivos expurgos.
O Muro de Berlim e o malogro da persuasão
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Nessa fase terminal, tomou corpo a idéia de salvar a chama comunista, com a tentativa de sacrificar o esclerosado regime dos sovietes e dar um “salto para frente” para imergir na utopia.
“Autogestão”: a Rússia tenta a aventura
![]() Hoje a “nova KGB” tenta reconstituir o poder da antiga URSS sob o comando do premiê Vladimir Putin, ex-coronel da temida polícia secreta. |
Para essa homogeneização era indispensável que o capitalismo privado e o capitalismo de Estado convergissem num novo sistema, que se apresentaria como um meio termo — nem comunista, nem capitalista. Qual? Em 1977, a fórmula para a “homogeneização” recebeu um nome oficial na Rússia — autogestão — e foi incluída na nova Constituição: “O objetivo supremo do Estado soviético é edificar a sociedade comunista sem classes, na qual se desenvolverá a autogestão social comunista”. Na Rússia, o PC encarregar-se-ia da transformação. Mas, e no Ocidente?
Autogestão à francesa: tentativa e malogro
Foi a vez, então, do presidente socialista francês François Mitterrand, eleito em 1981. Ele apresentou a nova fórmula da autogestão, envolvida nos charmes e no prestígio que o mundo ainda reconhecia à França.
O plano, pouco depois de lançado, foi retirado precipitadamente e de um modo que só se entende bem à luz do manifesto-denúncia de autoria do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira –– “O Socialismo Autogestionário: Em vista do comunismo, barreira ou cabeça de ponte?”. Mais de 33 milhões de exemplares foram publicados no mundo, e a autogestão à francesa foi abortada.
“Perestroika” de Gorbachev: última tentativa
![]() O sanguinário tirano marxista Nicolae Ceausescu (na foto de 1985 com Garbachev) foi julgado e fuzilado apressadamente no Natal de 1989. “Foi feito de tudo para apagar os crimes do regime comunista”, explicou o Prof. Horia Terpe. |
No cerne da “perestroika” estava a autogestão. Se o Ocidente caísse na lábia do “carismático” Gorbachev, o líder do Kremlin podia esperar que o urso russo levasse a melhor; e o mundo, dentro de algum tempo poderia, entrar numa fase de comunismo universal que beirasse a utopia. Porque, como observou o ex-presidente tcheco Vaclav Havel, um dos personagens centrais daquela época, “Gorbachev não queria acabar com o comunismo ou contribuir para a desintegração da União Soviética” .
Cai o Muro e falha a manobra russa
O lance simbólico dessa convergência deveria acontecer em Berlim com a queda do Muro. Depois viria por etapas a unificação das duas Alemanhas e da Europa desde o Atlântico até os Urais.
Porém, com o processo em pleno desenvolvimento, o “carisma” do chefe soviético esvaeceu-se abruptamente. Ele reprimiu de modo sangrento a revolta do povo lituano que desejava a independência. O Prof. Plinio promoveu um abaixo-assinado com as TFPs dos cinco continentes, tendo estas obtido mais de cinco milhões de assinaturas em apoio à independência da Lituânia. A campanha alertou a opinião pública mundial contra os verdadeiros intuitos do chefe supremo do Kremlin e precipitou o esvaecimento de sua “magia”.
O Ocidente então recusou o cântico de sereia do líder soviético. Gorbachev caiu e a Rússia afundou na confusão. O Muro entrementes havia sido derrubado, os países da Europa do Leste subtraíram-se do jugo soviético. O império da estrela vermelha desfez-se, e sua degringolada acabou extinguindo “a chama dos projetos revolucionários”. Vinte anos depois, Putin esforça-se para recuperar as imensas perdas sofridas pela ex-URSS.
Obama e regimes populistas: última esperança?
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De fato, duas décadas após a queda do ignominioso Muro, Obama encarna as derradeiras esperanças das esquerdas comunistas e socialistas para abalar o capitalismo ocidental, e tem a seu lado os regimes populistas latino-americanos. Mas este plano enfrenta sérias oposições na opinião pública. Basta considerar a perda de prestígio de Obama e a heróica resistência da pequena Honduras ao processo de “chavização”.
O Muro ruiu e a utopia socialista ficou sem fôlego. É na luta pelo domínio dos EUA e da América Latina que se jogam os lances principais que poderão decidir o futuro do combate entre o comunismo e o anticomunismo.
20 anos depois: perversos frutos da Nuremberg que não houve
Assim que teve notícia da sugestão do presidente lituano Vytautas Landsbergis, o Prof. Plinio enviou-lhe a seguinte mensagem: “Levo ao conhecimento de V. Exa. o intenso gáudio que reina nas TFPs e Bureaux-TFP dos cinco continentes por seu gesto, sugerindo a formação de um tribunal internacional do gênero de Nuremberg, para julgar o crime dos comunistas soviéticos. E, ademais, o de haver V. Exa. oferecido o território lituano para que nele se realizassem as sessões do dito tribunal. O senso de justiça, inerente a todos os espíritos retos e elevados, está a clamar por uma punição adequada dos grandes crimes que o comunismo internacional praticou no mundo inteiro”. Houve, por certo, processos individuais como na Romênia, onde o sanguinário tirano marxista Nicolae Ceausescu foi julgado e fuzilado apressadamente no Natal de 1989. Em virtude do caráter vertiginoso do procedimento, “muitas perguntas ficaram sem respostas. Foi um grande erro ter matado Ceaucescu”, explicou o Prof. Horia Terpe, diretor do Centro de Análise de Desenvolvimento Institucional (CADI) romeno. “Foi feito de tudo para apagar os crimes do regime comunista”, acrescentou Terpe[1]. Os partidos comunistas encerraram suas atividades em muitos países da Europa Oriental, mas seus quadros continuam articulados sob rótulos como “Partido Socialista”. É o caso da Romênia, da Hungria e da Bielorússia. A escritora Herta Muller, prêmio Nobel de Literatura 2009, denunciou que 40% da classe política romena é composta de ex-funcionários da Securitate, a polícia secreta responsável por um banho de sangue no país. Na Alemanha, 17.000 agentes da polícia secreta Stasi fazem parte do funcionalismo público alemão, especialmente na polícia e nas escolas. E é típico o caso da Rússia, onde a KGB — cerne do esquema de espionagem, repressão e extermínio soviéticos — assumiu as rédeas do poder e vem extinguindo as frágeis liberdades que surgiram no país, após os fatos de 1989. Hoje a “nova KGB” tenta reconstituir o poder da antiga URSS sob o comando do premiê Vladimir Putin, ex-coronel da temida polícia secreta. Tal situação paradoxal ocorre porque não houve essa indispensável nova Nuremberg. Ela deveria ter denunciado os crimes marxistas — derivados em linha direta dos falsos princípios da Revolução Francesa — que escravizaram a Rússia, e por meio dela flagelaram a humanidade toda. Uma Nuremberg equitativa teria exigido o desmantelamento da rede de cumplicidades montada pelo Kremlin no Ocidente, composta por seus colaboracionistas conscientes, seus cooperadores “centristas” e seus “idiotas úteis”. Essa Nuremberg, além do mais, poderia ter aberto os olhos dos irmãos na fé que militam na esquerda católica e colaboraram com o processo comunista de conquista e opressão mundial. O Prof. Plinio apresentou um ponderado elenco dessas cumplicidades num manifesto que continua com atualidade candente: “Comunismo e anticomunismo na orla da última década deste milênio”[2] . Esse salutar e necessário dever de justiça não foi cumprido. A rede comunista e seus erros, na realidade, ficaram intocados. Hoje sob outros rótulos –– como por exemplo socialismo do século XXI, bolivarianismo –– e organizadas em movimentos sociais como as FARC, o Sendero Luminoso, etc., os mesmos erros e subversões estão sendo disseminados pelo mundo. ___________________ Notas: 1. “O Estado de S. Paulo”, 5-11-09. 2. “Folha de S. Paulo, 14-2-90. |
![[Merry+Christmas+273.jpg]](http://1.bp.blogspot.com/_-ww9cWgz_ck/SzSzUJ4ux0I/AAAAAAAABPs/7B2WOxfW1lQ/s1600/Merry%2BChristmas%2B273.jpg)
POR DANIEL RONCAGLIA E RODRIGO HAIDAR





















